Relação entre a analgesia e o parto instrumental em uma maternidade de Belo Horizonte - MG

dc.creatorPatricia de Lima
dc.date.accessioned2019-08-11T13:09:50Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:29:51Z
dc.date.available2019-08-11T13:09:50Z
dc.date.issued2013-09-02
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9GHG2J
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEnfermagem Obstétrica
dc.subject.otherAnalgesia
dc.subject.otherParto instrumental
dc.subject.otherDor
dc.titleRelação entre a analgesia e o parto instrumental em uma maternidade de Belo Horizonte - MG
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Torcata Amorim
local.description.resumoO presente estudo de abordagem quantitativa tem como objetivo avaliar a relação entre o uso de analgesia e o parto instrumental em uma maternidade de Belo Horizonte - MG. Os motivos que tornam a realização de um parto instrumental necessário são variados, dentre esses encontrou-se a perda de intensidade das contrações uterinas devido à utilização da analgesia, sendo conveniente acelerar a fase de expulsão do feto através da utilização de instrumentos como o fórceps e o vácuo extrator. Considerando o número expressivo de mulheres que utilizam a analgesia como recurso de alívio da dor durante o trabalho de parto e, os investimentos das instituições e do governo na disponibilização dessa tecnologia, torna-se importante conhecer as repercussões da analgesia em relação à variação das modalidades do parto vaginal. As informações para o estudo foram levantadas através da aplicação de formulário semi estruturado e consulta ao livro de registro de partos. O instrumento de coleta de dados foi elaborado buscando responder os objetivos do estudo. Os sujeitos da pesquisa foram as parturientes de um hospital de Belo Horizonte que utilizaram analgesia durante o trabalho de parto e evoluíram ou não para o parto vaginal instrumental. Os principais resultados apontam que entre as parturientes que receberam analgesia no período analisado, as que mais optaram por este método de alívio da dor tinham faixa etária entre 15 e 20 anos (34%) e, as primigestas foram em maior quantidade 59,85%. A relação entre o uso de analgesia e a evolução para o parto vaginal instrumental no período estudado foi que, 86% das mulheres que receberam analgesia evoluíram para o parto vaginal sem utilização de intervenção instrumental. Conclui-se que a relação entre analgesia e o parto instrumental é complexa e que a parturiente deve ter o conhecimento prévio sobre os seus riscos e benefícios, incluindo a possibilidade de o parto evoluir com a necessidade de intervenção instrumental e com necessidade de epsiotomia. Entende-se que a administração da analgesia só aconteça quando esteja esgotada a possibilidae de utilização dos métodos não farmacológicos de alívio da dor.
local.publisher.initialsUFMG

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