Efetividade da reabilitação vestibular no desempenho cognitivo de idosos com disfunção vestibular

dc.creatorMarlon Bruno Nunes Ribeiro
dc.date.accessioned2024-07-15T12:32:23Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:12:52Z
dc.date.available2024-07-15T12:32:23Z
dc.date.issued2023-11-30
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/70541
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCognição
dc.subjectEquilíbrio Postural
dc.subjectIdoso
dc.subjectReabilitação
dc.subjectQualidade de Vida
dc.subject.otherCognição
dc.subject.otherEquilíbrio Postural
dc.subject.otherIdoso
dc.subject.otherReabilitação
dc.subject.otherQualidade de Vida
dc.titleEfetividade da reabilitação vestibular no desempenho cognitivo de idosos com disfunção vestibular
dc.title.alternativeEffectiveness of vestibular rehabilitation on the cognitive performance of elderly people with vestibular dysfunction
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Patricia Cotta Mancini
local.contributor.advisor1Maria Aparecida Camargos Bicalho
local.contributor.advisor1Lattes//lattes.cnpq.br/2965632080719972
local.creator.Lattes//lattes.cnpq.br/3081037874133547
local.description.resumoIntrodução: Estudos prévios demonstram a existência de correlação entre a disfunção vestibular e o comprometimento cognitivo. Alguns trabalhos observaram resposta das habilidades cognitivas à reabilitação vestibular. Porém, a maioria dos estudos aplicou apenas testes de rastreio cognitivo ou avaliou habilidades cognitivas específicas. Objetivo: avaliar a resposta dos domínios cognitivos, funcionalidade e sintomas depressivos à reabilitação vestibular em idosos com disfunção vestibular. Métodos: estudo longitudinal, analítico e quase-experimental (série de tempo interrompida). A casuística foi composta por 52 idosos, de ambos os sexos, com idade entre 60 e 86 anos. Foram incluídos idosos com disfunção vestibular comprovada pelos exames Potencial Miogênico Evocado Vestibular (VEMP) e/ou Video Head Impulse Test (v-HIT); que concordaram livremente em participar da pesquisa e assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido. Todos os participantes foram submetidos ao mesmo protocolo de pesquisa, que incluiu questionário para coleta de dados sociodemográficos, o Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional-20 (IVCF-20), Dizziness Handicap Inventory (DHI) — versão brasileira, Escala Visual Analógica (EVA) de percepção do incômodo provocado pela tontura e Escala de Equilíbrio de Berg (EEB), para avaliação funcional do equilíbrio. Para a avaliação da cognição, funcionalidade e rastreio de sintomas depressivos utilizou-se o Mini Exame do Estado Mental, a Bateria Neuropsicológica Breve, a Bateria de Avaliação Frontal, o Questionário de Atividades Funcionais de Pfeffer, a Figura de Taylor Simplificada e a Escala Geriátrica de Depressão (GDS-15). Todos os participantes foram submetidos a um protocolo composto por 8 sessões semanais de 20 minutos de reabilitação vestibular. A cognição da amostra foi avaliada antes e após a intervenção. Analisou-se a correlação entre os resultados das avaliações vestibulares com os dados cognitivos, funcionalidade e sintomas depressivos pelo teste de Spearman. As variáveis com correlação ≤ 0,2 foram selecionadas para análise multivariada por regressão linear. As variáveis vestibulares, cognitivas, funcionais e os sintomas depressivos da amostra foram comparadas pré e pós RV por meio do teste Wilcoxon e adotou-se um nível de significância de 5% (p< 0.05). Realizou-se também a análise da mudança cognitiva, funcionalidade e sintomas depressivos intra-sujeitos por meio do Índice de Mudança Confiável (RCI). Resultados: Observou-se relação entre a disfunção vestibular e desequilíbrio com os resultados da avaliação neuropsicológica (p<0,001), sintomas depressivos (p=0,001) e funcionalidade (p=0,002). Após a reabilitação vestibular, verificou-se melhora cognitiva - Neupsilin (valores pré e pós tratamento:138,50/148) e suas subescalas orientação (8/8), atenção (11,50/18), memória (37/40), habilidades aritméticas (5/6), linguagem oral (20/21), linguagem escrita (28/29), praxias (12/14) e funções executivas (5/6); BAF (12/14), MEEM (23,5/26), FTS imediata (7/9,75), FTS tardia (2,5/8,25), melhora da funcionalidade Pfeffer (2/1) e diminuição do sofrimento psicológico - GDS-15 (5/3). Conclusão: Após a reabilitação vestibular, os idosos apresentaram melhora da cognição geral e das habilidades de orientação, memória, habilidades aritméticas, linguagem oral e escrita, praxia e funções executivas. Foi ainda observado aumento do ganho do canal semicircular anterior direito, redução do impacto da tontura na qualidade de vida e dos sintomas depressivos.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Aplicadas à Saúde do Adulto

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