Inseminação artificial versus monta natural em bovinos de corte: aspectos reprodutivos, produtivos e econômicos
| dc.creator | Paulo Eduardo Machado Goncalves | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-13T05:53:20Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:51:02Z | |
| dc.date.available | 2019-08-13T05:53:20Z | |
| dc.date.issued | 2008-09-22 | |
| dc.description.abstract | The objective of this study was to evaluate pregnancy rates in two beef cattle production systems (natural mating and artificial insemination), the performance of progenies and its interrelated economic factors. I was used 205 days adjusted weaning weight, pregnancy rates and economic factors from a property located in Mato Grosso, from 2002 to 2006. When compared the pregnancy rates, for years 2002, 2003 and 2004, from inseminated mature cows (88.2%, 86.4%, 81.5%) with natural matings (90.2%, 87.2%, 87.0%), no differences (p> 0.05) between the two groups were registered. However in 2003, for primiparous cows, lower pregnancy rates in the artificial inseminated group (49.0%) was observed when compared to natural mating group (76.6%) p<0.05. I was registered higher 205 days weaning weight and average daily gain in calves from inseminated cows in relation to those from natural matings (p <0.05). No correlation (p>0.05) between 205 days weight or average daily gain and expected differences progenies, we observed in the group of inseminated animals. Pregnancy cost was estimated in US$8.00* for the inseminated group, corresponding to 2.23 times the estimated cost in the natural mating group. Both systems were profitable, with the AI surpassing by 4.78% the natural mating, probably due to the small number of experimental animals, mainly in the natural mating group, not allowing dilution of fixed costs. | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUOS-9KRK7N | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Reprodução animal Aspectos econômicos | |
| dc.subject | Bovino de corte Reprodução | |
| dc.subject | Inseminação artificial | |
| dc.subject | Prenhez | |
| dc.subject.other | Peso a desmama | |
| dc.subject.other | Avaliação econômica | |
| dc.subject.other | Taxa de gestação | |
| dc.subject.other | Ganho médio diário | |
| dc.subject.other | Inseminação artificial | |
| dc.subject.other | Monta natural | |
| dc.title | Inseminação artificial versus monta natural em bovinos de corte: aspectos reprodutivos, produtivos e econômicos | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Venicio Jose Andrade | |
| local.contributor.referee1 | Jose Aurelio Garcia Bergmann | |
| local.contributor.referee1 | Maria Isabel Vaz de Melo | |
| local.description.resumo | O objetivo do presente estudo foi avaliar as taxas de prenhez em dois sistemas de manejo produtivo de bovinos de corte (monta natural e inseminação artificial) bem como o desempenho das progênies obtidas e os fatores econômicos interrelacionados. Foram utilizados dados de pesagem a desmama, ajustados para 205 dias, taxas de prenhez e fatores econômicos de uma propriedade localizada na divisa do Mato Grosso com Bolívia, no período 2002 a 2006. Ao se compararem os índices de prenhez das vacas adultas inseminadas (88.2%; 86,4%; 81,5%) com as de monta natural (90.2%; 87,2%; 87,0%), não se observaram diferenças (p>0,05) entre os dois grupos, para os anos de 2002, 2003 e 2004. Porém no ano de 2003, na categoria de vacas primíparas, observou se baixa taxa de gestação para a inseminação artificial (49.0%) comparado à monta natural (76.6%) p<0,05. Foi observada superioridade para as variáveis peso aos 205 dias e ganho médio diário pré desmama (GMD) nos filhos dos animais inseminados em relação aos de monta natural (p<0,05). Não foi observada superioridade para as variáveis peso aos 205 dias e GMD, quando correlacionadas com as diferenças esperadas na progênie paternas dentre os grupos de animais inseminados. Observou-se custo por prenhez de R$20,81* para a inseminação artificial, o que correspondeu a 2,23 vezes o custo da monta natural. Ambos os sistemas se mostraram lucrativos, sendo que a IA superou em 4,78% a monta natural, possivelmente devido ao reduzido número de animais experimentais, notadamente no regime de monta natural, o que não permitiu a diluição dos custos fixos. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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