(In)festar de vagalumes: a dança e a luta em Quando quebra queima
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Dissertação de mestrado
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Primeiro orientador
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Marcos Antonio Alexandre
Arnaldo Leite de Alvarenga
Arnaldo Leite de Alvarenga
Resumo
Esse trabalho tem como parâmetro a conjuntura de Levantes desenvolvida por Georges Didi-Huberman e com isso faz uma análise de como a encenação performática de Quando Quebra Queima da coletivA ocupação, incorporou o levante do movimento secundarista no estado de São Paulo, ocorrido em 2015 e 2016, enquanto gesto de celebração e revolta. O abuso de poder do Estado atrelado à precarização e sucateamento do ensino público estadual, que desencadeou os atos de protesto, foi problematizado a partir do conceito de educação como prática de liberdade de bell hooks, articulando pontos fundamentais da pesquisa, com questões de raça, gênero e revolta. Atentando para a experiência das ocupações escolares como ato de resistência e como capacidade de autonomia, buscamos associá-la com a percepção de Paulo Freire sobre a atuação humana consciente enquanto presença no mundo e em relação uns aos outros no espaço. No que tange ao aspecto da ação performática como um campo expandido entre arte, educação e vida procedemos um entrelaçamento com as reflexões de Cassiano Sydow Qulici sobre performatividade e trabalho sobre si na cena expandida analisando como a dança e o Funk foram as linguagens escolhidas pela coletivA para recriar em cena a força do acontecimento e a transformação de si nas ocupações.
Abstract
This work has as a parameter the context of the Uprisings developed by Georges Didi-Huberman and with this it makes an analysis of how the performative staging of Quando Quebra Queima by the collective occupation, incorporated the uprising of the secondary
movement in the state of São Paulo, which occurred in 2015 and 2016, as a gesture of celebration and revolt. The abuse of State power linked to the precariousness and scrapping of state public education, which triggered the acts of protest, was problematized
based on bell hooks' concept of education as a practice of freedom, articulating fundamental points of the research, with issues of race, gender and revolt. Paying attention to the experience of school occupations as an act of resistance and as a capacity for autonomy, we seek to associate it with Paulo Freire's perception of conscious human action as a presence in the world and in relation to each other in space. Regarding the aspect of performative action as an expanded field between art, education and life, we intertwine with Cassiano Sydow Qulici's reflections on performativity and work on oneself in the expanded scene, analyzing how dance and Funk were the languages chosen by the collective to recreate on stage the force of the event and the transformation of self in occupations.
Assunto
Coletiva Ocupação (Grupo teatral), Representação teatral, Arte e educação, Movimentos estudantis - São Paulo, Educação e Estado, Artes cênicas
Palavras-chave
Levantes, Artes da cena, Secundaristas, Educação, Coletiva ocupação
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