Tão Longe, tão perto : a feitura fílmica infamiliar e a “Trilogia do Luto”, de Cristiano Burlan

dc.creatorLeandro Silva Lopes
dc.date.accessioned2025-02-20T19:55:37Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:13:25Z
dc.date.available2025-02-20T19:55:37Z
dc.date.issued2024-12-13
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/80275
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectComununicação - Teses
dc.subjectCinema - Teses
dc.subjectFilmes - Teses
dc.subjectLuto - Teses
dc.subjectBurlan, Cristiano
dc.subject.otherCinema autobiográfico
dc.subject.otherDocumentário pessoal
dc.subject.otherFeitura fílmica
dc.subject.otherLuto
dc.subject.otherInfamiliar
dc.titleTão Longe, tão perto : a feitura fílmica infamiliar e a “Trilogia do Luto”, de Cristiano Burlan
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Roberta Oliveira Veiga
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4890490493310121
local.contributor.referee1César Geraldo Guimarães
local.contributor.referee1Cláudia Cardoso Mesquita
local.contributor.referee1Maria Beatriz Colucci
local.contributor.referee1Erly Milton Vieira Junior
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6842756460393991
local.description.resumoOs chamados filmes autobiográficos, frequentemente referidos como “escritas de si” ou narrativas “em primeira pessoa”, têm conquistado um espaço crescente no cinema brasileiro contemporâneo. Esses documentários, que exploram memórias e sentimentos íntimos, aproximam-se do núcleo privado e familiar, revelando histórias profundamente pessoais que transcendem o âmbito individual para alcançar dimensões sociais e políticas. Por meio de múltiplas tematizações e modulações, essas obras dialogam com questões coletivas, endereçando afetos e reflexões tanto ao campo pessoal quanto ao político. Entre os exemplos mais significativos desse movimento está a “Trilogia do Luto”, de Cristiano Burlan, composta por Construção (2006), Mataram meu irmão (2013) e Elegia de um crime (2018). A partir desses filmes, observamos que a aplicação do termo “autobiográfico” a esse corpus se revela insuficiente para captar as complexas modulações presentes nas obras. Assim, nosso objetivo é propor um conceito teórico e metodológico mais abrangente, capaz de apreender a especificidade da abordagem autobiográfica no campo documental do cinema brasileiro. O problema de pesquisa formulou-se a partir de questões como: qual seria a dimensão “auto” nos filmes Construção (2006), Mataram meu irmão (2013) e Elegia de um crime (2018), e em que medida ela se edifica na relação entre o realizador e seus entes falecidos? De que maneira, a ausência do sujeito filmado evoca mais ou menos a presença do cineasta filho e irmão, ou reforça o caráter de traço daquele que se autobiografa indiretamente? Em que medida, ainda, é nesse processo que uma noção de familiar ou infamiliar se constrói tendo em vista a relação entre o processo de feitura cinematográfica e a elaboração do luto? Assim, percorremos um caminho conceitual, a partir de operadores analíticos no trabalho com os filmes, que nos conduziram à formulação de uma categoria: Feitura Fílmica Infamiliar.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8799-0902
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Comunicação Social

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