Profetas: deterioração ou vida eterna?

dc.creatorJanuaceli Felizardo Murta
dc.creatorJoão Cura D'Ars de Figueiredo Junior
dc.creatorMarco Antônio Penido de Rezend
dc.date.accessioned2025-04-08T16:24:01Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:33:09Z
dc.date.available2025-04-08T16:24:01Z
dc.date.issued2017
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.isbn9788557220386
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/81381
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofI Simpósio Científico - ICOMOS BRASIL
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAleijadinho, 1730-1814
dc.subjectTalha em pedra
dc.subjectEscultura - Conservação e restauração
dc.subject.otherPedra sabão
dc.subject.otherDeterioração
dc.subject.otherProfetas de Congonhas
dc.titleProfetas: deterioração ou vida eterna?
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage13
local.citation.issue1
local.citation.spage1
local.description.resumoEntre o conjunto de esculturas e de outros objetos de arte em Minas Gerais até fins do século XIX, o maior número de obras é em pedra talco ou em pedra sabão, com destaque para as obras do mestre Aleijadinho (Antônio Francisco Lisboa), sendo as imagens em pedra sabão do santuário em Congonhas do Campo uma das principais obras. Os blocos utilizados na Vila Rica do século XVIII eram avulsos ou facilmente extraídos e, a partir desse, selecionavam o mais acessível e econômico. A deterioração dos materiais pétreos, a priori, é muito semelhante à que acontece na natureza, ou seja, nos afloramentos da rocha. Entre as causas de alteração estão os parâmetros ambientais, como chuva, vento, diferenças de temperatura, e presença de sais solúveis; e de origem antrópica, como existência de poluentes atmosféricos e restauração sem critério (realizada de maneira errada). Uma das principais causas de deterioração é a presença de sais solúveis que geram alterações químicas e mecânicas - a entrada por capilaridade de soluções salinas, com cristalização e recristalização de sais e quebra interna que são lixiviados pelo movimento natural de entrada e saída de água (evaporação, alterações climáticas, intempéries). No ano de 1941 um estudo das avarias indicou que já havia desgastes que gerava o temor da destruição pela ação do tempo, mas conclui que não serão os elementos naturais responsáveis pelas avarias, sendo a erosão pouco significativa, uma vez que há trechos intactos ladeados por partes avariadas. Como cuidados é listado, entre outras, a conservação da pátina que tem papel consolidador das partes alteradas, além de ocultá-las. Tal visão apresentada é posteriormente contraposta por estudo que atesta a aceleração da deterioração relacionada aos novos mecanismos de intemperismo conhecidos até o momento, que por sua vez estão interligados à poluição do ar com aumento das substâncias antrópicas, além de outros fatores, exigindo a pesquisa de medidas para a proteção da pedra. Sem modelo de degradação válido para todas as condições e tipos de pedras, nenhum agente de conservação pode ser especificado à época, no qual foi indicado o estudo de material adequado. Por meio de um levantamento fotográfico, apesar das esculturas mostrarem-se íntegras quando avaliadas em conjunto, é nítido que há perdas consideráveis que começam a comprometer a integridade de partes específicas de cada uma das peças. Tal artigo visa explicitar o estado de degradação do conjunto de profetas de Congonhas, demonstrar que pedra sabão está sim vulnerável à deterioração, e que é necessário que ações de preservação e conservação sejam propostas.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-7896-8669
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4901-1005
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEBA - DEPARTAMENTO DE ARTES PLÁSTICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.even3.com.br/anais/eventosicomos/59828-profetas--deterioracao-ou-vida-eterna/

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