Autopercepção de saúde e suporte social em pacientes sob tratamento dialítico em Belo Horizonte, Minas Gerais

dc.creatorEdmundo Rinolino Magalhães Flores
dc.date.accessioned2019-08-10T09:41:28Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:24:35Z
dc.date.available2019-08-10T09:41:28Z
dc.date.issued2015-02-26
dc.description.abstractIntroduction: patients suffering from chronic kidney disease (CKD) have complications from the disease and the treatment. The dialysis treatment is palliative and demands of patients reactive attitudes that increase their survival and well-being. Self-rated health of these subjects, which in general is worse than those without chronic disease, can be influenced by clinical and non-clinical factors that impact on health. Objective: To investigate factors associated to self-rated health of patients on dialysis in Belo Horizonte city, Minas Gerais. Methods: analytical/transversal study with patients who underwent dialysis in dialysis units of Belo Horizonte. The response variable was the self-rated health, dichotomized as "good" and "poor". For statistical analysis, an intermediate logistic regression was performed between the variable of interest and sociodemographic and economic, other for the clinical and other for social support variables (p 0.20). A final model was developed to evaluate the association between the dependent variable and the variables that remained associated (p 0.05) in intermediate models. The strength of association was demonstrated by the odds ratio and their respective confidence intervals (95%CI). Results: More than half of the patients reported poor self-rated health. Low educational level, difficulty walking, dissatisfaction with the support received from family and friends and difficulties to obtain medications were related to poor self-rated health. Conclusion: self-rated health was multifactorial, and sociodemographic, clinical and social support factors are important for the subject on dialysis. It is imperative developing emotional and instrumental social support for patients on dialysis facing the possibility of improvements on the quality of life of these.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-A8QLKS
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAtitude frente à saúde
dc.subjectInsuficiência renal crônica
dc.subjectAutoimagem
dc.subjectApoio social
dc.subjectEfeitos psicossociais da doença
dc.subjectIndicadores demográficos
dc.subjectDiálise renal/psicologia
dc.subjectDoença crônica
dc.subject.otherDiálise
dc.subject.otherSuporte social
dc.subject.otherAutopercepção de saúde
dc.subject.otherInsuficiência renal crônica terminal
dc.titleAutopercepção de saúde e suporte social em pacientes sob tratamento dialítico em Belo Horizonte, Minas Gerais
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Mariangela Leal Cherchiglia
local.contributor.referee1Daisy Maria Xavier de Abreu
local.contributor.referee1Katia de Paula Farah
local.description.resumoIntrodução: pacientes com doença renal crônica terminal (IRCT) apresentam complicações decorrentes da própria doença e de seu tratamento. O tratamento dialítico é paliativo e exige dos pacientes atitudes reativas que aumentem sua sobrevida e bem-estar. A percepção de saúde desses sujeitos, que, em geral, é pior que a daqueles sem doença crônica, pode ser influenciada por fatores clínicos e não clínicos que impactam em saúde. Objetivo: investigar fatores associados à autopercepção de saúde de pacientes em diálise no município de Belo Horizonte, Minas Gerais. Métodos: estudo de caráter analítico/transversal, com pacientes com DRCT que realizavam tratamento dialítico em unidades de diálise de Belo Horizonte. A variável resposta foi a autopercepção do estado geral de saúde, dicotomizada em boa e ruim. Para a análise estatística, foi realizada uma regressão logística intermediária, entre a variável de interesse e as pertencentes à dimensão sociodemográfica e econômica, outra para as clínicas e outra para as de suporte social (p 0,20). Um modelo final foi desenvolvido para avaliar a associação entre a variável resposta e as variáveis que se mantiveram associadas (p 0,05) nos modelos intermediários. A força de associação foi demonstrada pelo odds ratio e seu respectivo intervalo de confiança (IC95%). Resultados: Pouco mais da metade dos pacientes relataram autopercepção ruim de sua saúde. Menor escolaridade, dificuldade para andar, insatisfação com o apoio recebido de familiares e amigos e dificuldades para conseguir seus medicamentos foram fatores relacionados à autopercepção ruim de saúde. Conclusão: a autopercepção de saúde se mostrou multideterminada, sendo fatores sociodemográficos, clínicos e de suporte social importantes na avaliação de saúde do sujeito em tratamento dialítico. É importante o fomento de suporte social emocional e instrumental para pacientes em terapia dialítica frente à possibilidade de melhorias na qualidade de vida desses.
local.publisher.initialsUFMG

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