Um gesto político intersticial e um histórico palimpséstico: a escrita de si em D'est e Là-bas de Chantal Akerman

dc.creatorRoberta Oliveira Veiga
dc.date.accessioned2021-09-09T18:19:02Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:32:33Z
dc.date.available2021-09-09T18:19:02Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractWhere are history and politics when a filmmaker refuses procedures of documental recollection such as archives, off-screen narration, and playacting, and instead contemplates spaces of conflict in Eastern Europe 1993 and in Israel 2006 without getting involved in them? In order to answer this question, we argue that, by means of a self-writing style (an autobiography built in the memory gaps of the Holocaust), Chantal Akerman’s films D’est and Là-bas reach the political through a crannied route (of affects and cracks) that constructs a palimpsestic picture of history in which past and present are not sequential.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.1590/1982-25542019239355
dc.identifier.issn1982-2553
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/37961
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofGaláxia (São Paulo)
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAkerman, Chantal
dc.subjectCinema
dc.subjectFilmes biográficos
dc.subjectJudeus no cinema
dc.subjectHolocausto judeu (1939-1945) Narrativas pessoais
dc.subjectPolítica na arte
dc.subjectAfeto (Psicologia)
dc.subjectMemória
dc.subject.otherChantal Akerman
dc.subject.otherCinema
dc.subject.otherPolítica
dc.subject.otherMemória
dc.subject.otherHolocausto
dc.subject.otherAfetos
dc.titleUm gesto político intersticial e um histórico palimpséstico: a escrita de si em D'est e Là-bas de Chantal Akerman
dc.title.alternativeAn interstitial political gesture and a palimpsestic record: writing per se in D’est and Là-bas
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage88
local.citation.issue41
local.citation.spage75
local.description.resumoOnde está o histórico e o político quando uma cineasta recusa os procedimentos de rememoração documentais como o arquivo, o testemunho e a encenação, para apenas contemplar espaços de conflito no Leste Europeu de 1993 e em Israel de 2006, sem a eles se imiscuir? Buscando responder tal questão, este artigo produz o argumento de que através da escrita de si – de uma autobiografia instituída nas lacunas da memória sobre o Holocausto – os filmes D’est e Là-bas, de Chantal Akerman, alcançam o político por uma via intersticial – aquela dos afetos e das brechas - e formula uma figura palimpséstica para a história, que não encadeia passado e presente.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/ 0000-0002-8538-1185
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revistas.pucsp.br/index.php/galaxia/article/view/39355

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