Proxêmicas do espaço: fatores sócio-espaciais e ferramentas digitais

dc.creatorCaio Augusto Rabitealmeida
dc.creatorGuilherme Valle Loures Brandão
dc.creatorRenato Cesar Ferreira de Souza
dc.creatorMarcos Martins Borges
dc.date.accessioned2025-03-20T22:52:36Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:17:45Z
dc.date.available2025-03-20T22:52:36Z
dc.date.issued2020
dc.identifier.doi10.11606/gtp.v15i3.166737
dc.identifier.issn19811543
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/80805
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectArquitetura
dc.subjectUrbanismo
dc.subject.otherAcessibilidade
dc.subject.otherAvaliação Ambiental
dc.subject.otherCidades Inteligentes
dc.titleProxêmicas do espaço: fatores sócio-espaciais e ferramentas digitais
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage80
local.citation.issue3
local.citation.spage65
local.citation.volume15
local.description.resumoSegundo Edward Hall, Proxêmica é o termo que designa a inter-relação entre observação e teoria de uso que o homem faz do espaço e na interação destes com o mesmo, observadas à partir de quatro de quatro esferas diferentes de relacionamentos: íntimo, pessoal, social e público. Apropriando-se do conceito de Hall, a pesquisa tem como objetivo o delineamento de um método de investigação que parta do princípio das categorias de classificação do espaço introduzindo os conceitos de distância social, estudando o relacionamento entre os “nós da cidade” e as relações interpessoais com a abrangência de benefícios sociais diversos como: segurança, comunicação, áreas livres, habitação, engajamento e serviços. Este trabalho busca entender as possibilidades de utilização de relaçõessocioespaciais na investigação de fatores que tendem cada vez mais a incorporar atributos de ação humanos não-explícitos, auxiliando na geração de parâmetros e grandezas que possam ser instrumentalizados em ferramentas de modelagem digital para análise e simulação de recintos urbanos. Para tanto, são aplicadas ferramentas digitais na construção de um modelo da cidade de Juiz de Fora – MG – que permite a inserção de dados socioespaciais, bem como a análise das interrelações e retroalimentação de dados. Conclui-se que o maior desafio na aplicação ao planejamento urbano está em como lidar com esses parâmetros e buscar soluções dentro de organizações maiores e mais abertas visando melhor adaptabilidade dos sistemas urbanos frente às transformações latentes, incorporando nos novos agentes, sejam instrumentais ou de ações participativas, numa mudança projetual - da probabilidade e da prescrição - para a possibilidade e descrição em, sobretudo, reformas e ampliações urbanas.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - DEPARTAMENTO DE PROJETOS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://https://www.revistas.usp.br/gestaodeprojetos/article/view/166737doi:10.11606/gtp.v15i3.166737

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