Tristão e Isolda : contradições do amor narcísico
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Resumo
Esta pesquisa tem como principal objetivo interpretar o romance de Tristão e Isolda, a partir da teoria psicanalítica. Suspeita-se que a configuração deste romance esteja atualizada nas relações amorosas contemporâneas. Tais relações são marcadas por enlaces narcísicos, que buscam o amor absoluto, em que não há alteridade. O mito de Tristão e Isolda é marcado pelo adultério, que caracteriza uma forma dos amantes encontrarem no romance, um modo de amar. O amor é vivido por inúmeros encontros, desencontros, renúncias, aventuras, contradições e enigmas. Para traduzir estes enigmas, o texto percorrerá os fundamentos da conceituação freudiana do termo Narcisismo. Nessa perspectiva, será caracterizada a dinâmica da libido do Eu e libido objetal. Inicialmente, esta diferenciação será conforme as manifestações da doença orgânica, hipocondria e na vida amorosa, salientando os modos de amar, conforme o tipo “de apoio” e “narcísico”. Após estas distinções, serão analisadas as formações do ideal a partir do Eu, configurando, assim, as marcas dos ideais amorosos.
Abstract
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Palavras-chave
Psicanálise, Amor, Narcisismo, Libido do eu, Libido de objeto
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