Espiralidades: arte, vida e presença na pequena infância
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Resumo
Este artigo quer propor novos termos para a Educação Estética na primeira infância: aproximando vida e arte e tendo como ponto de partida a fenomenologia de Maurice Merleau-Ponty (1990a, 1990b), a autora repensa as linguagens artísticas como âmbitos artístico-existenciais: teatralidades, corporalidades, espacialidades e musicalidades. Esta nova visada e vocabulário conversam com a Estética Relacional de Bourriaud (2009), autor que define arte como experimentação estética compartilhada. Os estudos da autora aproximam fenomenologia, infância e arte contemporânea para assim, por meio também de sua experiência com crianças como professora artista, desenhar uma Abordagem Espiral para a iniciação estética nos primeiros anos de vida. Neste caminho, o adulto condutor de processos criativos desprende-se dos conteúdos próprios e específicos de cada linguagem artística para absorver um currículo em artes cujo mote é existencial e híbrido. A autora argumenta que esta maneira de trabalhar é bastante próxima da criança pequena e de suas brincadeiras, produções, narrativas e expressividade: a criança é um ser total e seus modos de ser e estar se apresentam repletos de polimorfismo e onirismo, e sua leitura do mundo é não representacional.
Abstract
This article aims to propose new terms for Aesthetic Education in early childhood: approaching life and art and starting with Maurice Merleau-Ponty’s phenomenology (1990a, 1990b), the author rethinks artistic languages as artistic-existential environments: theatricalities, corporalities, spatialities and musicalities. This new view and vocabulary dialogues with the Relational Aesthetics of Bourriaud (2009), who defines art as shared aesthetic experimentation. The author's studies have approached phenomenology, childhood and contemporary art, and thus, through her experience with children as an artist teacher, draws a Spiral Approach to aesthetic initiation in the early years of life. In this way, the adult driver of creative processes detaches himself from the specific contents of each artistic language to absorb a curriculum in arts whose motto is existential and hybrid. The author argues that this way of working is very close to the small child and his/her games, productions, narratives and expressiveness: the child is a total being and his/her ways of being are full of polymorphism and daydreaming, and his/her conception of the world is non-representational.
Assunto
Arte - Estudo e ensino, Educação de crianças
Palavras-chave
Educação estética, Primeira infância, Ensino de arte, Abordagem espiral
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https://www.curriculosemfronteiras.org/vol20iss2articles/machado.html