The autism spectrum quotient in a sample of brazilian adults: analyses of normative data and performance

dc.creatorAna Luíza Costa Alves
dc.creatorJonas Jardim de Paula
dc.creatorDébora Marques de Miranda
dc.creatorMarco Aurélio Romano-silva
dc.date.accessioned2023-11-07T20:05:34Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:38:47Z
dc.date.available2023-11-07T20:05:34Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractO transtorno do espectro do autismo (TEA) é caracterizado por dificuldades na interação social e comportamentos/ interesses inflexíveis. Com o intuito de quantificar os traços de TEA em adultos com inteligência preservada, foi desenvolvido o quociente do espectro do autismo (QA), um instrumento de autorrelato muito utilizado e recomendado. Objetivos: Nosso objetivo foi apresentar uma análise descritiva do QA em uma amostra de adultos brasileiros com desenvolvimento neurotípico (n=385) e investigar o desempenho da escala em uma subamostra clínica (n=33). Métodos: Foram recrutados 1.024 participantes, que responderam ao Self-Reporting Questionnaire-20 (SRQ-20), ao QA e a questões sobre o seu histórico psiquiátrico. Em seguida, selecionamos 385 participantes sem qualquer diagnóstico psiquiátrico para descrever a distribuição dos traços de TEA. Para investigar o desempenho do QA, avaliamos 33 adultos com TEA e 19 adultos com desenvolvimento neurotípico da amostra total (n=1024). Resultados: As características do TEA apresentaram distribuição normal na amostra, com alta consistência interna. Do total de 91 homens, os voluntários com 32 pontos (ponto de corte clínico) ou mais pontuaram acima de 93% da amostra de controle. De 294 mulheres, aquelas que obtiveram pontuação clínica na escala pontuaram acima de 97%. Na subamostra clínica (n=33), o valor preditivo positivo do QA foi de 0,84 e o valor preditivo negativo foi de 0,7. Conclusões: A população estudada apresenta um perfil diferente comparada à população do estudo original, no que se refere à escala QA. Os traços de TEA foram normalmente distribuídos na amostra neurotípica, e a escala parece ter um desempenho satisfatório para predizer autismo. Estudos futuros são necessários para adequar o uso da escala na população brasileira.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/1980-5764-dn-2021-0081
dc.identifier.issn19805764
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/60582
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofDementia & Neuropsychologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAutism Spectrum Disorder
dc.subjectAsperger Syndrome
dc.subjectPsychometrics
dc.subjectCross-Cultural Comparison
dc.subject.otherAutism Spectrum Disorder
dc.subject.otherAsperger syndrome
dc.subject.otherPsychometrics
dc.subject.othercross-cultural comparison
dc.titleThe autism spectrum quotient in a sample of brazilian adults: analyses of normative data and performance
dc.title.alternativeO QUOCIENTE DO ESPECTRO DO AUTISMO EM UMA AMOSTRA DE ADULTOS BRASILEIROS: ANÁLISES DE DADOS NORMATIVOS E DE DESEMPENHO
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage248
local.citation.issue2
local.citation.spage244
local.citation.volume16
local.description.resumoAutism spectrum disorder (ASD) is characterized by difficulties in social interaction and inflexible behaviors/interests. To quantify ASD traits in adults with preserved intelligence, the Autism Spectrum Quotient (AQ) was developed, which is a selfreport instrument and one of the most used and recommended tools. Objectives: We aimed to present a descriptive analysis of the AQ in a sample of Brazilian adults with neurotypical development (n=385) and investigate how the scale performs in a clinical subsample (n=33). Methods: We recruited 1,024 participants. They answered the Self-Reporting Questionnaire-20 (SRQ-20), AQ, and about their psychiatric record. Then, we selected 385 participants without any psychiatric diagnosis to describe the distribution of the ASD traits. To investigate the AQ performance, we evaluated 33 adults with ASD and 19 adults with neurotypical development from the total sample (n=1,024). Results: ASD traits were normally distributed in the population, with high internal consistency. Of a total of 91 men, volunteers with 32 points (clinical cutoff point) or more scored higher than 93% of the control sample. Of a total of 294 women, those who got a clinical score on the scale scored higher than 97%. In the clinical subsample (n=33), the positive predictive value (PPV) of the AQ was 0.84, and the negative predictive value (NPV) was 0.7. Conclusions: The study population has a different profile compared to the original study regarding the AQ scale. ASD traits were normally distributed in the neurotypical sample, and the scale seems to have a satisfactory performance to predict ASD. Future studies are required to adequate the use of the scale in the Brazilian population
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE SAÚDE MENTAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.1590/1980-5764-DN-2021-0081

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