Comparação da sensibilidade barorreflexa e variáveis hemodinâmicas entre escolares de 6 a 9 anos obesos e eutróficos

dc.creatorAndre Calil e Silva
dc.date.accessioned2019-08-12T21:39:20Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:19:05Z
dc.date.available2019-08-12T21:39:20Z
dc.date.issued2016-07-29
dc.description.abstractIntroduction: Obesity affects increasingly younger children and may be associated with increased blood pressure (BP). Baroreflex sensitivity (BRS) is the main short-term BP control mechanism and may be decreased in obese children. Objectives: To compare spontaneous BRS and hemodynamic variables (HV) of normotensive, obese and eutrophic children. Materials and methodology: The sample of children aged between 6 and 9 years old were divided into two groups: obese (BMI-z> 2, n = 16) and normal weight (BMI-z - 2 and 1; n = 15). A 5 minute BP beat to beat record (Finometer) and electrocardiogram (Biopac) were used to calculate the BRS (sequential method) and HV. All measurements were recorded spontaneously after 10 minutes of rest in the supine position. Results: The BRS (p = 0,28) and the baroreflex effectiveness index (p = 0,44) were not significantly different between the groups. The obese group was significantly higher than the normal weight group for systolic blood pressure (105,38 ± 5,96 and 95,33 ± 5,62, p <0.05), diastolic blood pressure (65,56 ± 7,26 and 57,33 ± 5,62; p <0,05) and cardiac output (1,54 ± 0,26 and 1,34 ± 0,21; p <0,05). The heart rate, although not reaching a significant difference, was also higher in the obese group (p = 0,14). Negative correlations were found between systolic blood pressure and BRS (r = -0,52, p = 0,03) in the obese group and between HR and BRS in the obese group (r = - 0,67, p = 0,004) and eutrophic (r = -0,62, r = 0,013). Conclusion: The BRS was not altered by the influence of obesity in the study group. However, high BP, cardiac output and HR values suggest change in the sympathetic function in the obese group. It seems that the damage to the BP, caused by obesity, precede the baroreflex impairment.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-ARDFYW
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPressão arterial
dc.subjectMedicina 
dc.subjectBarorreflexo
dc.subjectSistema nervoso autônomo
dc.subjectObesidade pediátrica
dc.subjectCriança
dc.subject.otherPressão arterial
dc.subject.otherBarorreflexo
dc.subject.otherObesidade
dc.subject.otherSistema nervoso
dc.subject.otherCriança
dc.subject.otherAutônomo
dc.titleComparação da sensibilidade barorreflexa e variáveis hemodinâmicas entre escolares de 6 a 9 anos obesos e eutróficos
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Paulo Roberto dos Santos Amorim
local.contributor.advisor1Joel Alves Lamounier
local.contributor.referee1Reginaldo Goncalves
local.contributor.referee1Danusa Dias Soares
local.contributor.referee1Vinicius de Oliveira Damasceno
local.contributor.referee1Mateus Camaroti Laterza
local.description.resumoIntrodução: A obesidade atinge crianças cada vez mais novas, podendo associar-se ao aumento da pressão arterial (PA). A sensibilidade barorreflexa (SBR) é o principal mecanismo de controle da PA a curto prazo e pode estar diminuída em crianças obesas. Objetivos: Comparar a SBR espontânea e variáveis hemodinâmicas (VH) de crianças normotensas, obesas e eutróficas. Materiais e métodos: A amostra de crianças com idade entre 6 e 9 anos foi dividida em dois grupos: obesos (IMC-z > 2; n=16) e eutróficos (IMC-z - 2 e 1; n=15). Um registro de 5 minutos da PA batimento a batimento (Finometer) e do eletrocardiograma (Biopac) foram utilizados para cálculo da SBR (método sequencial) e das VH. Todas as medidas foram registradas espontaneamente após 10 minutos de repouso na posição supina. Resultados: A SBR (p=0,28) e o índice de efetividade do barorreflexo(p=0,44) não foram significativamente diferentes entre os grupos. O grupo obeso apresentou valores significativamente maiores do que o grupo eutrófico para a pressão arterial sistólica (105,38±5,96 e 95,33±5,62; p<0,05), pressão arterial diastólica (65,56±7,26 e 57,33±5,62; p<0,05) e débito cardíaco (1,54±0,26 e 1,34±0,21; p<0,05). A frequência cardíaca, embora não tenha atingido a significância, também foi maior no grupo obeso (p=0,14). Correlações negativas foram encontradas entre a pressão arterial sistólica e a SBR (r=-0,52, p=0,03) no grupo obeso e entre FC e SBR no grupo obeso (r=-0,67, p=0,004) e eutrófico (r=-0,62, r=0,013). Considerações finais: A SBR não se encontra alterada devido a influência da obesidade no grupo estudado, porém, valores elevados da PA, DC e FC sugerem alteração da função simpática no grupo obeso. Parece que os danos na PA, ocasionados pela obesidade, precedem a debilidade do barorreflexo.
local.publisher.initialsUFMG

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
tese_andrecalilsilva.pdf
Tamanho:
1.2 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format