Percepção de saúde e satisfação com o ensino remoto emergencial entre docentes do ensino superior na pandemia da COVID-19

dc.creatorRafael Christian de Matos
dc.creatorGabriel Moreira de Mello Mendes
dc.creatorMariana Martins Gonzaga do Nascimento
dc.creatorAdriano Max Moreira Reis
dc.creatorMaria Aparecida Gomes
dc.creatorAna Paula Lucas Mota
dc.creatorCristina Duarte Vianna Soares
dc.creatorFlávia Beatriz Custódio
dc.creatorJéssica Evelyn de Andrade
dc.creatorCristina Mariano Ruas
dc.date.accessioned2025-01-21T18:28:47Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:52:54Z
dc.date.available2025-01-21T18:28:47Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractObjective:Evaluate aspects related to health and teacher satisfaction in the Pharmacy Course in an institution of higher educationand its association with the Emergency Remote Learning (ERL). Methods: This is a quantitative cross-sectional study, in which a questionnaire covering socio-educational factors related to health and the teaching-learning process was applied, and evaluated by univariatelinear and multinomial regressions. The study was approved by the Research Ethics Committee. Results:Due to the coronavirus pandemic, agglomerative activities such as face-to-face classes were interrupted, generating the new teaching format (ERL). The professors' self-perception of health reached the percentage of 78.9±15%. A considerable part reported exhaustion (51.2%), overload (51.1%), anxiety (35.2%) and lack of leisure time (30.2%). The use of medication, illness due to ERE, anxiety symptoms, work overload, professor/student relationship and time to prepare classes were related to the general satisfaction. Conclusion:With the study it was possible to observe that the use of medication, illness due to the RPE, anxiety symptoms, work overload, factorssuch as the teacher/student relationship, and time to prepare classes were related to the teachers' general satisfaction. Althoughtthe transitory nature of the ERE, the data reinforce the need for professor follow-up after the face-to-face return.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.25248/reas.e11918.2023
dc.identifier.issn2178-2091
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/79373
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Eletrônica Acervo Saúde
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEnsino
dc.subjectCOVID-19
dc.subject.otherEnsino superior
dc.subject.otherDocência
dc.subject.otherPandemia
dc.titlePercepção de saúde e satisfação com o ensino remoto emergencial entre docentes do ensino superior na pandemia da COVID-19
dc.title.alternativeHealth perception and satisfaction with emergency remote teaching teachers in the COVID-19 pandemic
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage11
local.citation.issue4
local.citation.spage1
local.citation.volume23
local.description.resumoObjetivo: Avaliar aspectos relacionados à saúde e à satisfação docente no Curso de Farmácia em uma instituição de ensino superior e sua associação ao Ensino Remoto Emergencial (ERE). Métodos: Trata-se de um estudo transversal quantitativo, no qual Questionário contemplando fatores socioeducacionais relacionados à saúde e ao processo de ensino-aprendizagem foi disponibilizado e avaliado por meio de regressões univariada linear e multinomial. O estudo foi aprovado por Comitê de Ética em Pesquisa. Resultados: Com a pandemia de coronavírus, atividades que geravam aglomeração como aulas presenciais foram interrompidas, gerando o novo formato de ensino (ERE). A autopercepção de saúde dos docentes atingiu o percentual 78,9±15%. Parte considerável relatou exaustão (51,2%), sobrecarga (51,1%), ansiedade (35,2%) e falta de tempo para lazer (30,2%). O uso de medicamentos, adoecimento devido ao ERE, sintomas de ansiedade, sobrecarga na atividade laboral, relação professor/aluno e tempo para preparo de aulas relacionaram-se à satisfação geral. Conclusão: Com o estudo foi possível observar que o uso de medicamentos, o adoecimento por causa do ERE, sintomas de ansiedade, sobrecarga na atividade laboral, fatores como a relação professor/aluno e tempo para preparo de aulas estavam relacionados à satisfação geral dos docentes. Ademais, apesar do caráter transitório do ERE, os dados reforçam a necessidade de acompanhamento docente após o retorno presencial.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAR - DEPARTAMENTO DE ALIMENTOS
local.publisher.departmentFAR - DEPARTAMENTO DE ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS
local.publisher.departmentFAR - DEPARTAMENTO DE FARMÁCIA SOCIAL
local.publisher.departmentFAR - DEPARTAMENTO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://acervomais.com.br/index.php/saude/article/view/11918

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