O impacto da literatura no ensino: aprendizagem da oralidade

dc.creatorMaristela de Oliveira Fernandes
dc.date.accessioned2019-08-09T22:24:23Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:16:13Z
dc.date.available2019-08-09T22:24:23Z
dc.date.issued2015-05-09
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-ADCNCH
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação em enfermagem
dc.subjectCapacitação de recursos humanos em saúde
dc.subject.otherEnsino
dc.subject.otherOralidade
dc.subject.otherLiteratura
dc.titleO impacto da literatura no ensino: aprendizagem da oralidade
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Carlos Augusto Novais
local.contributor.referee1Fernanda Rohlfs Pereira
local.description.resumoPensar na oralidade como uma forma de expressão que antecede, em muito, a escrita, leva a crer que é preciso garantir às crianças a oportunidade de aprender e de desenvolver os saberes da oralidade. A literatura tem o poder de levar o sujeito a reflexões sobre diversos assuntos, de integrá-lo num mundo de aventuras e de amores, de permitir-lhe viajar por terras jamais visitadas. Dessa forma, a literatura pode ser um instrumento de grande impacto no trabalho com a oralidade. O presente trabalho apresenta uma prática em que a literatura está à mercê do desenvolvimento da oralidade. Traz, como questão central, o impacto da literatura no ensino/aprendizagem da oralidade em crianças de sete e oito anos. Para realizar essa prática, a metodologia adotada foi a leitura conjunta de algumas obras de literatura infantil seguidas de debates dos alunos sobre temas referentes aos textos, nos quais os alunos levantavam hipóteses e argumentavam sobre suas opiniões, apropriando-se assim, dos saberes linguísticos. Os resultados alcançados foram satisfatórios, porém, reafirmamos a nossa crença de que o ensino da oralidade é um trabalho que deve fazer parte do planejamento da escola e do dia a dia das crianças. Assim, este trabalho parte da concepção de que o homem é um ser da fala e que essa fala é de grande importância para a formação cultural do sujeito e para a preservação das tradições não escritas, que persistem mesmo em culturas em que a escrita já entrou de forma decisiva. Portanto, como nos diz Marcuschi (2003, p. 24.) [...] certamente, não se trata de ensinar a falar. Trata-se de identificar a imensa riqueza e variedade de usos da língua..
local.publisher.initialsUFMG

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
maristela_de_oliveira_fernandes.pdf
Tamanho:
870.46 KB
Formato:
Adobe Portable Document Format