Evidência sorológica da ocorrência de Lentivírus (Maedi visna/ Artrite Encefalite Caprina) em rebanhos nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia e Ceará de 1991 a 1993
| dc.creator | Anna Paula Menezes Vianna de Assis | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-13T04:43:15Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T01:27:44Z | |
| dc.date.available | 2019-08-13T04:43:15Z | |
| dc.date.issued | 1994-03-22 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUOS-8PLL6G | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Caprino Doenças | |
| dc.subject | Artrite encefalite caprina Termo Livre/UFMG | |
| dc.subject.other | Doenças | |
| dc.subject.other | Artrite Encefalite Caprina | |
| dc.subject.other | Caprino | |
| dc.title | Evidência sorológica da ocorrência de Lentivírus (Maedi visna/ Artrite Encefalite Caprina) em rebanhos nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia e Ceará de 1991 a 1993 | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Aurora Maria Guimaraes Gouvea | |
| local.contributor.referee1 | Vera Lucia Viegas de Abreu | |
| local.contributor.referee1 | Fernando Alzamora Filho | |
| local.contributor.referee1 | Claudio Jose Borela Espeschit | |
| local.description.resumo | A evidência sorológica de lentivírus (Maedi Visna/Artrite Encefalite Caprina) foi constatada através de exame de 1.601 soros caprinos provenientes de criatórios de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia e Ceará, testados com "kit" de imunodifusão para Maedi Visna. Dos 1.601 soros testados 461 (28,79 %) apresentaram reação positiva. Do estado de Minas Gerais foram testados 615 soros apresentando 205 (33,33%) positivos ao teste. O estado do Rio de Janeiro apresentou 30 (29,70 %) soros positivos de 101 soros testados. De alguns criatórios da Bahia foram testados 117 soros que apresentaram resultado positivo em 15 (12,82 %), e do Ceará 768 soros com 211 (27,47 %) positivos ao teste. Importações de caprinos de países apresentando prevalência elevada da infecção levam a inferir que a entrada do vírus no Brasil possa ter ocorrido através destes animais, e que a não disponibilidade do diagnóstico como rotina, as medidas de manejo de caráter coletivo adotadas nos criatórios e a falta de dados associada à lentidão no processamento da informação disponível podem ter sido fatores importantes para a dispersão do agente. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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