Pluripotency of Wolbachia against Arboviruses: the case of yellow fever
| dc.creator | Marcele Neves Rocha | |
| dc.creator | Myrian Morato Duarte | |
| dc.creator | Simone Brutman Mansur | |
| dc.creator | Bianca Daoud Mafra e Silva | |
| dc.creator | Thiago Nunes Pereira | |
| dc.creator | Talita Émile Ribeiro Adelino | |
| dc.creator | Marta Giovanetti | |
| dc.creator | Luis Carlos Junior Alcantara | |
| dc.creator | Franciele Martins Santos | |
| dc.creator | Victor Rodrigues de Melo Costa | |
| dc.creator | Mauro Martins Teixeira | |
| dc.creator | Felipe Campos de Melo Iani | |
| dc.creator | Vivian Vasconcelos Costa | |
| dc.date.accessioned | 2026-04-13T19:49:07Z | |
| dc.date.issued | 2019 | |
| dc.description.abstract | Background: Yellow fever outbreaks have re-emerged in Brazil during 2016-18, with mortality rates up to 30%. Although urban transmission has not been reported since 1942, the risk of re-urbanization of yellow fever is significant, as Aedes aegypti is present in most tropical and sub-tropical cities in the World and still remains the main vector of urban YFV. Although the YFV vaccine is safe and effective, it does not always reach populations at greatest risk of infection and there is an acknowledged global shortage of vaccine supply. The introgression of Wolbachia bacteria into Ae. aegypti mosquito populations is being trialed in several countries (www.worldmosquito.org) as a biocontrol method against dengue, Zika and chikungunya. Here, we studied the ability of Wolbachia to reduce the transmission potential of Ae. aegypti mosquitoes for Yellow fever virus (YFV). Methods: Two recently isolated YFV (primate and human) were used to challenge field-derived wild-type and Wolbachia-infected (wMel +) Ae. aegypti mosquitoes. The YFV infection status was followed for 7, 14 and 21 days post-oral feeding (dpf). The YFV transmission potential of mosquitoes was evaluated via nano-injection of saliva into uninfected mosquitoes or by inoculation in mice. Results: We found that Wolbachia was able to significantly reduce the prevalence of mosquitoes with YFV infected heads and thoraces for both viral isolates. Furthermore, analyses of mosquito saliva, through indirect injection into naïve mosquitoes or via interferon-deficient mouse model, indicated Wolbachia was associated with profound reduction in the YFV transmission potential of mosquitoes (14dpf). Conclusions: Our results suggest that Wolbachia introgression could be used as a complementary strategy for prevention of urban yellow fever transmission, along with the human vaccination program. | |
| dc.identifier.doi | http://dx.doi.org/10.12688/gatesopenres.12903.2 | |
| dc.identifier.issn | 2572-4754 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/2443 | |
| dc.language | Inglês | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | Gates Open Research | |
| dc.rights | Acesso aberto | |
| dc.subject | Febre amarela | |
| dc.subject | Aedes | |
| dc.subject | Wolbachia | |
| dc.subject | Controle biológico de vetores | |
| dc.subject.other | Wolbachia | |
| dc.subject.other | Aedes aegypti | |
| dc.subject.other | Yellow fever virus | |
| dc.subject.other | Vector competence | |
| dc.title | Pluripotency of Wolbachia against Arboviruses: the case of yellow fever | |
| dc.title.alternative | Pluripotência da Wolbachia contra arbovírus: o caso da febre amarela | |
| dc.type | Artigo de periódico | |
| local.citation.epage | 18 | |
| local.citation.issue | 161 | |
| local.citation.spage | 1 | |
| local.citation.volume | 3 | |
| local.description.resumo | Contexto : Surtos de febre amarela ressurgiram no Brasil entre 2016 e 2018, com taxas de mortalidade de até 30%. Embora a transmissão urbana não tenha sido relatada desde 1942, o risco de reurbanização da febre amarela é significativo, visto que o Aedes aegypti está presente na maioria das cidades tropicais e subtropicais do mundo e continua sendo o principal vetor da febre amarela urbana. Apesar de a vacina contra a febre amarela ser segura e eficaz, ela nem sempre atinge as populações com maior risco de infecção, e há uma reconhecida escassez global de vacinas. A introgressão da bactéria Wolbachia em populações de mosquitos Ae. aegypti está sendo testada em diversos países ( www.worldmosquito.org ) como método de biocontrole contra dengue, zika e chikungunya. Neste estudo, investigamos a capacidade da Wolbachia em reduzir o potencial de transmissão do vírus da febre amarela (VFA) por mosquitos Ae. aegypti . Métodos: Dois isolados recentes do vírus da febre amarela (YFV) (primata e humano) foram utilizados para infectar mosquitos Ae. aegypti selvagens e infectados com Wolbachia ( wMel +) coletados em campo . O status da infecção por YFV foi acompanhado por 7, 14 e 21 dias após a alimentação oral (dpf). O potencial de transmissão do YFV pelos mosquitos foi avaliado por meio de nanoinjeção de saliva em mosquitos não infectados ou por inoculação em camundongos. Resultados: Observamos que a Wolbachia foi capaz de reduzir significativamente a prevalência de mosquitos com cabeças e tórax infectados por YFV para ambos os isolados virais. Além disso, análises da saliva dos mosquitos, por meio de injeção indireta em mosquitos não infectados ou por meio de um modelo de camundongo deficiente em interferon, indicaram que a Wolbachia esteve associada a uma redução significativa no potencial de transmissão do YFV pelos mosquitos (14 dpf). Conclusões: Nossos resultados sugerem que a introgressão de Wolbachia pode ser utilizada como uma estratégia complementar para a prevenção da transmissão urbana da febre amarela, juntamente com o programa de vacinação humana. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | ICB - DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA E IMUNOLOGIA | |
| local.publisher.department | ICB - DEPARTAMENTO DE FARMACOLOGIA | |
| local.publisher.department | ICB - DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.subject.cnpq | CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVA::EPIDEMIOLOGIA | |
| local.url.externa | https://gatesopenresearch.org/articles/3-161/v2 |
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