Tratamento medicamentoso da depressão maior refratária
| dc.creator | Fabio L.rocha | |
| dc.creator | Claudia Hara | |
| dc.creator | Izabela Guimarães Barbosa | |
| dc.date.accessioned | 2023-07-14T22:31:04Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:14:42Z | |
| dc.date.available | 2023-07-14T22:31:04Z | |
| dc.date.issued | 2015-09-15 | |
| dc.format.mimetype | ||
| dc.identifier.issn | 14139979 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/56325 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | Diagnóstico e tratamento | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Antidepressivos | |
| dc.subject | Depressão | |
| dc.subject | Transtorno Depressivo Resistente a Tratamento | |
| dc.subject | Ensaios Clínicos Controlados Aleatórios como Assunto | |
| dc.subject | Metanálise | |
| dc.subject.other | Antidepressivos | |
| dc.subject.other | Depressão | |
| dc.subject.other | Transtorno Depressivo Resistente a Tratamento | |
| dc.subject.other | Ensaios Clínicos Controlados Aleatórios como Assunto | |
| dc.subject.other | Metanálise | |
| dc.title | Tratamento medicamentoso da depressão maior refratária | |
| dc.type | Artigo de periódico | |
| local.citation.epage | 16 | |
| local.citation.issue | 1 | |
| local.citation.spage | 3 | |
| local.citation.volume | 21 | |
| local.description.resumo | Introdução: Aproximadamente um terço dos pacientes com depressão não atingem remissão. As estratégias medicamentosas mais comumente utilizadas para a abordagem da depressão resistente são a substituição, a potencialização e a combinação de antidepressivos. Objetivo: Realizar revisão narrativa da literatura em relação a essas estratégias. Metodologia: Buscas sistemáticas no PubMed, Cochrane Library e Lilacs de estudos sobre o tratamento medicamentoso da depressão refratária foram realizadas, considerando artigos publicados até 30 de agosto de 2015. Resultados: Foram selecionados 11 artigos, sendo 6 sobre substituição, 3 acerca de potencialização e 2 sobre combinação de antidepressivos. Conclusão: As estratégias medicamentosas para o tratamento da depressão refratária foram pouco estudadas. O número de ensaios clínicos é pequeno e as limitações metodológicas são significativas. Evidências de eficácia são observadas apenas na potencialização com o lítio, hormônio tireoidiano e alguns antipsicóticos de segunda geração. Ensaios controlados com placebo, com número adequado de pacientes e de curto e longo prazo, estudos para identificação de estratégias mais eficazes em subgrupos e análises de custo-benefício são necessários. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | MED - DEPARTAMENTO DE SAÚDE MENTAL | |
| local.publisher.initials | UFMG |