Aleitamento materno em local de trabalho: realidade de uma creche de um Hospital Amigo da Criança

dc.creatorJordânia da Conceição Félix França
dc.date.accessioned2019-08-13T16:03:46Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:02:52Z
dc.date.available2019-08-13T16:03:46Z
dc.date.issued2013-08-23
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9ZHHY6
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEnfermagem
dc.subjectObstetrícia
dc.subject.otherDesmame precoce
dc.subject.otherHospital Amigo da Criança
dc.subject.otherAleitamento materno
dc.subject.otherAmamentação na creche
dc.titleAleitamento materno em local de trabalho: realidade de uma creche de um Hospital Amigo da Criança
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Nagela Cristine Pinheiro Santos
local.description.resumoTrata-se de um estudo quantitativo, descritivo e exploratório, cujos objetivos foram conhecer a realidade do aleitamento materno das crianças que permanecem na creche de um hospital amigo da criança e identificar os fatores que levam as mães a interromperem esta prática. Assim participaram espontaneamente deste estudo 37 trabalhadoras, mães das crianças que permanecem na creche José de Souza Sobrinho, que amamentam ou amamentaram o filho. Essas mulheres responderam um questionário sobre amamentação do filho que atualmente está na creche e também sobre a amamentação dos filhos anteriores que passaram ou não pela creche. A análise dos dados foi baseada na descrição das características individuais e dos fatores que levam as mães a optarem pelo desmame ou aleitamento misto, e nos índices de aleitamento das crianças, por meio de distribuição de frequências absolutas, relativas e mediana e apresentada na forma de tabelas. A análise apontou que o tempo de duração do aleitamento materno exclusivo de 50% dessas crianças foi de seis meses e a manutenção do aleitamento foi superior ao primeiro ano de vida em apenas 25% das crianças. Das 11 mães que tinham outros filhos antes, todas passaram pela experiência de amamentar, 7 delas trabalhavam na época e 4 não exerciam atividade fora do lar. Dentre as 7 mães que trabalhavam, 4 usufruíam da creche no local de trabalho e 3 não dispunham desta facilidade, sendo que a duração da amamentação dos filhos anteriores foi maior entre as mulheres que contaram com a creche. Cerca de 90% das mães avaliadas mostraram conhecimento dos benefícios do leite materno. Todas as mães afirmaram que ter uma creche no local de trabalho favoreceu a amamentação do filho e consideraram que ter o apoio da equipe e livre acesso a creche, além de terem licença à maternidade de 6 meses são fatores facilitadores para o sucesso do aleitamento materno. Porém é importante ressaltar que a duração da amamentação não depende de estratégias isoladas, mas sim da combinação de diferentes intervenções e os índices da duração da amamentação na creche comprovam esta afirmação ao se apresentarem abaixo do recomendado pelo Ministério da Saúde. O presente estudo nos mostra as dificuldades de conciliar a amamentação e o trabalho feminino e a forte presença dos mitos culturais na justificativa das mães por terem optado pelo desmame ou aleitamento misto. Entretanto, trabalhar as dificuldades e incentivar as práticas para a promoção do aleitamento materno será sempre um desafio, mas diante dos benefícios deveremos lutar para que os mitos sobre o aleitamento materno e o confronto de amamentar versus trabalhar sejam superados de forma harmônica e que o aleitamento seja promovido de forma natural, espontânea e prazerosa.
local.publisher.initialsUFMG

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