We who are not as others: análise de noções da violência no mosh a partir do heavy metal
| dc.creator | Lucia Vulcano de Andrada | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-13T04:06:21Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:46:11Z | |
| dc.date.available | 2019-08-13T04:06:21Z | |
| dc.date.issued | 2013-12-06 | |
| dc.description.abstract | This research aims to promote a discussion about notions of violence in the mosh - a type of dance that happens through punches, kicks and shoves. From ethnographic data, testimonies and experiences of people who practice mosh, it was observed that the violence experienced in this type of dance happens in different conditions, where there is a set of rules and structures shared among the participants of a mosh. Considering this event from the text "A Arqueologia da Violência" of Pierre Clastres, this research aims to deconstruct the notion of violence as something that is built as a deviant behavior, offering new significance to it as a shared value in a culture where it emphasizes courage and aggressiveness. | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/AAGS-9H4J5Q | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Musica | |
| dc.subject | Música Aspectos sociais | |
| dc.subject | Heavy metal (Musica) | |
| dc.subject.other | Heavy Metal | |
| dc.subject.other | Mosh | |
| dc.subject.other | Poder | |
| dc.subject.other | Violência | |
| dc.title | We who are not as others: análise de noções da violência no mosh a partir do heavy metal | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Rosangela Pereira de Tugny | |
| local.contributor.referee1 | Laize Soares Guazina | |
| local.contributor.referee1 | Helena Lopes da Silva | |
| local.description.resumo | Este trabalho tem como objetivo promover uma discussão acerca de noções da violência no mosh - um tipo de dança que acontece por meio de socos, chutes e empurrões. A partir de dados etnográficos, depoimentos e experiências de pessoas que praticam o mosh, observou-se que a violência vivida nesse tipo de dança acontece em condições distintas, onde há um conjunto de regras e estruturas compartilhadas entre os participantes de um mosh. Pensando nessa manifestação a partir do texto A Arqueologia da Violência de Pierre Clastres, a presente pesquisa pretende desconstruir a noção de violência, enquanto algo que se constitui como um desvio de comportamento, para ressignificá-la como um valor compartilhado em uma cultura onde se enfatiza a coragem e a agressividade. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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