Pitiose fatal em eqüino tratado inicialmente para habronemose cutânea
| dc.creator | Isabella Cristina de Faria Maciel | |
| dc.creator | Janderson Tolentino Silveira | |
| dc.creator | Carlos Alberto Maia | |
| dc.creator | Rogério Marcos Sousa | |
| dc.creator | Neide Judith Faria Oliveira | |
| dc.creator | Eduardo Robson Duarte | |
| dc.date.accessioned | 2022-03-23T20:26:25Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:36:50Z | |
| dc.date.available | 2022-03-23T20:26:25Z | |
| dc.date.issued | 2018 | |
| dc.format.mimetype | ||
| dc.identifier.doi | 10.22456/1679-9216.17306 | |
| dc.identifier.issn | 1679-9216 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/40382 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | Acta scientiae veterinariae | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Diagnóstico diferencial | |
| dc.subject | Pitiose | |
| dc.subject | Imunoterapia | |
| dc.subject | Eqüinos | |
| dc.subject | Norte de Minas Gerais | |
| dc.title | Pitiose fatal em eqüino tratado inicialmente para habronemose cutânea | |
| dc.type | Artigo de periódico | |
| local.citation.epage | 297 | |
| local.citation.issue | 3 | |
| local.citation.spage | 293 | |
| local.citation.volume | 36 | |
| local.description.resumo | A pitiose eqüina, causada pelo Pythium insidiosum, pode formar lesões profundas, de difícil tratamento que, freqüentemente, culminam na morte dos animais. O quadro agudo da doença pode ser confundido com habronemose cutânea ou outras dermatoses em eqüinos. Neste relato é descrito um quadro fatal de pitiose eqüina no Norte de Minas Gerais, Brasil, em que o animal foi inicialmente tratado para habronemose. Uma égua Mangalarga Marchador, de alto valor econômico e gestante, apresentou uma ferida na região inguinal do membro posterior direito. A lesão, com bordas elevadas e consistentes, possuía 20x35 cm de diâmetro, e envolvia vasos sanguíneos calibrosos. Após diagnóstico clínico de pitiose, foram instituídas a imunoterapia e a assepsia local com solução de iodo. Quatro meses após o início dessa terapia, a ferida apresentou melhora clínica, no entanto, o animal emagreceu, abortou e, posteriormente, foi a óbito. A única alteração visível à necropsia foi a lesão cutânea com aproximadamente 20 cm de diâmetro, profunda, chegando próxima ao osso fêmur. Ao ser dissecada, esta revelou a presença de inúmeros “kunkers” mergulhados em exsudato fétido e limitados por uma cápsula fibrosa. O exame micológico com KOH e o cultivo de fragmentos desses “kunkers” revelaram a presença de hifas hialinas espessas, sugestivas do gênero Pythium. A ocorrência de pitiose eqüina deve ser considerada mesmo em regiões semi-áridas, como o Norte de Minas, e o diagnóstico tardio da doença pode ter comprometido a eficácia da imunoterapia, proporcionando maior contaminação secundária e culminando na morte do animal. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | ICA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.url.externa | https://seer.ufrgs.br/ActaScientiaeVeterinariae/article/view/17306 |