Impacto do traumatismo cranioencefálico no desenvolvimento de transtorno do humor e ansiedade na população pediátrica

dc.creatorAdriana Barreto de Souza
dc.date.accessioned2025-12-11T18:26:10Z
dc.date.issued2025-09-11
dc.description.abstractTraumatic brain injury (TBI) is defined as any brain injury caused by an external force and is a significant public health problem associated with high morbidity and mortality rates. Globally, an estimated 27.8 million people will suffer a TBI each year, with the pediatric population being one of the most affected groups. The pediatric age group, especially children aged 0 to 4 years and adolescents aged 15 to 19 years, is at high risk for TBI, with the main causes being falls, traffic accidents, and, to a lesser extent, abuse and sports. Among the severity classifications, mild TBI is the most prevalent, accounting for approximately 80% to 90% of cases in the general and pediatric populations. Despite its clinical classification as mild, this condition can result in structural and functional changes in the brain and significant consequences for behavior and mental health, especially during the critical period of neurodevelopment. This narrative review aimed to analyze the impacts of mild TBI on the development of anxiety and depression symptoms in children and adolescents. Studies published between 2015 and 2025, retrieved from PubMed, LILACS, BVS, and Scopus, were included. The findings revealed the recurrent presence of internalizing symptoms (depression and anxiety), despite heterogeneity in the methods and instruments used. Factors such as age, sex, genetic predisposition, and family background were identified as risk modulators. The results reinforce the need for systematic psychological assessment and longitudinal follow-up protocols for children with a history of mild TBI to prevent emotional and psychiatric impairments.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/1180
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectNeurociências
dc.subjectTraumatismos Encefálicos
dc.subjectCriança
dc.subjectAdolescente
dc.subjectAnsiedade
dc.subject.otherTraumatismo cranioencefálico leve
dc.subject.otherTCE leve pediátrico
dc.subject.otherSintomas internalizantes
dc.subject.otherAnsiedade
dc.subject.otherDepressão
dc.titleImpacto do traumatismo cranioencefálico no desenvolvimento de transtorno do humor e ansiedade na população pediátrica
dc.title.alternativeImpact of traumatic brain injury on the development of mood and anxiety disorders in the pediatric population
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Aline Silva de Miranda
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4102666350497478
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0877530912088444
local.description.resumoO traumatismo cranioencefálico (TCE) é definido como qualquer lesão no encéfalo causada por uma força externa, sendo um problema relevante de saúde pública associado a altas taxas de morbimortalidade. Globalmente, estima-se que 27,8 milhões de pessoas sofrerão TCE a cada ano, sendo a população pediátrica um dos grupos mais afetados. A faixa etária pediátrica, especialmente crianças de 0 a 4 anos e adolescentes entre 15 e 19 anos, apresenta risco elevado para ocorrência de TCE, com as principais causas relacionadas a quedas, acidentes de trânsito e, em menor proporção, a abusos e esportes. Dentre as classificações de gravidade, o TCE leve é o mais prevalente, representando aproximadamente 80% a 90% dos casos na população geral e pediátrica. Apesar de sua classificação clínica como leve, essa condição pode resultar em alterações estruturais e funcionais do encéfalo, e consequências significativas no comportamento e na saúde mental, sobretudo durante o período crítico do neurodesenvolvimento. Esta revisão narrativa teve como objetivo analisar os impactos do TCE leve no desenvolvimento de sintomas de ansiedade e depressão em crianças e adolescentes. Foram incluídos estudos publicados entre 2015 e 2025, obtidos nas bases PubMed, LILACS, BVS e Scopus. Os achados revelaram a presença recorrente de sintomas internalizantes (depressão e ansiedade), ainda que com heterogeneidade nos métodos e instrumentos utilizados. Fatores como idade, sexo, predisposição genética e contexto familiar foram identificados como moduladores do risco. Os resultados reforçam a necessidade de protocolos sistemáticos de avaliação psicológica e acompanhamento longitudinal para crianças com histórico de TCE leve, a fim de prevenir agravos emocionais e psiquiátricos.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Neurociências
local.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA

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