Atividade larvicida de extratos vegetais de espécies do cerrado sobre Aedes aegypti L. (Diptera: Culicidae)

dc.creatorLucas Dias Gonçalves
dc.creatorViviane de Oliveira Vasconcelos
dc.creatorAlcinei Mistico Azevedo
dc.creatorVanessa de Andrade Royo
dc.creatorThalyta Maria Vieira
dc.creatorElytania Veiga Menezes
dc.date.accessioned2024-09-16T13:14:19Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:22:23Z
dc.date.available2024-09-16T13:14:19Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractThe mosquito species Aedes aegyptiis one of the main vectors arboviruses, including Dengue, Chikungunya and Zika. Its adaptation to urban environments in tropical and subtropical regions exposes 2.5 million people to risks. This vector control, through the use of synthetic insecticides, is an important strategy for these vector-borne diseases control. In this context, natural insecticides are an alternative to synthetics one, since they degrade easily, are less harmful to the environment and less toxic to non-target insects. In thiswork, the larvicidal activity of extracts from Cerrado species against the Aedes aegyptimosquito was evaluated. For that, larvae were exposed to solutions, in different concentrations, according to the WHO protocol, to assess their toxicities. Mortality was verified after 24 and 48 hours of exposure, the results were statistically analyzed and mortality rates were determined. The extracts obtained from the leaves of Philodendron adamantinum, Xylopia emarginata and Schinopsis brasiliensis and from the stembark of Psidium cattleianumand Myracrodruon urundeuva, at a preliminary concentration of 2000 mg/L and both exposure times, showed low (> 30%) or none larvicide activities. Only Magonia pubescens leaf extract showed a mortality rate greater than 90% at 2000 mg/Land 48 hours exposure. However, only at the concentration of 500 mg/L and 48h exposure, statistically significant larvicidal activity was observed, when compared to the positive control, but less than 15%. The results of this study do not rule out, definitively, the species evaluated to have larvicidal activity, as only hydroalcoholic extracts from a single part of each plant were tested.
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.34117/bjdv9n11-047
dc.identifier.issn25258761
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/76473
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofBrazilian Journal of Development
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAedes aegypti
dc.subjectEssencias e óleos essenciais
dc.subjectPlantas - Efeito dos herbicidas
dc.subjectPlantas dos cerrados
dc.subject.otherAedes aegypti
dc.subject.otherEssencias e óleos essenciais
dc.subject.otherPlantas dos cerrados
dc.titleAtividade larvicida de extratos vegetais de espécies do cerrado sobre Aedes aegypti L. (Diptera: Culicidae)
dc.title.alternativeLarvicidal activity of plant extracts from cerrado species on Aedes aegyptiL. (Diptera: Culicidae)
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage30040
local.citation.issue11
local.citation.spage30024
local.citation.volume9
local.description.resumoO mosquito Aedes aegypti é um dos principais vetores de arbovírus, incluindo Dengue, Chikungunya e Zika. Sua adaptação aos ambientes urbanos das regiões tropicais e subtropicais expõe a riscos 2,5 milhões de pessoas. O controle desse vetor, através do uso de inseticidas sintéticosé uma estratégia importante para controle dessas doenças. Neste contexto, os inseticidas naturais constituem uma alternativa aos sintéticos, pois degradam-se facilmente, são menos nocivos ao meio ambiente e menos tóxicos para insetos não-alvo. Neste trabalho, avaliou-se a atividade larvicida de extratos de espécies do Cerrado contra o mosquito Aedes aegypti. Para tanto, larvas foram expostas à soluções, em diferentes concentrações, conforme protocolo da OMS, para avaliar suas toxicidades. A mortalidade foiverificada após 24 e 48 horas de exposição, os resultados foram analisados estatisticamente e as taxas de mortalidade determinadas. Os extratos obtidos das folhas de Philodendron adamantinum, Xylopia emarginatae Schinopsis brasiliensis e das cascas de caule de Psidium cattleianum e Myracrodruon urundeuva apresentaram, na concentração preliminar de 2000 mg/L e tempos de exposição, baixa (>30%) ou nenhuma atividade larvicida. Somente o extrato das folhas de Magonia pubescens apresentou taxa de mortalidadesuperior a 90% a 2000 mg/L e 48h de exposição. Contudo, somente na concentração de 500 mg/L e 48h de exposição foi observada atividade larvicida significativa, quando comparada ao controle positivo, porém inferior a 15%. Os resultados deste estudo não descartam, definitivamente, as espécies avaliadas de apresentarem atividade larvicida, pois testou-se apenas extratos hidroalcoólicos de uma única parte de cada planta.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/64943

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