A tradução para o cinema do teatro engajado: Non si paga, non si paga, de Franca Rame e Dario Fo, no Brasil
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Artigo de periódico
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The translation of engaged theater into film: Non si paga, non si paga, by Franca Rame and Dario Fo, in Brazil
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Resumo
Os dramaturgos Franca Rame e Dario Fo são conhecidos pelo uso do riso como instrumento de ridicularização dos poderosos e fortalecimento das classes menos favorecidas. De seu longo período em atividade, provavelmente o mais engajado é a década de 1970, época em que, entre outras, escreveram a peça Non si paga, non si paga (1974; 2000), recentemente traduzida para o audiovisual no Brasil, no filme Não vamos pagar nada, escrito por Renato Fagundes e dirigido por João Fonseca, lançado em outubro de 2020. Este trabalho pretende investigar de que forma essa tradução adapta a obra de Rame e Fo para o contexto político brasileiro da pandemia, além de “traduzir” um texto teatral para o cinema. Referências importantes para a nossa reflexão são Diniz, Edo, Rosenfeld e Zatlin, e sobre o teatro de Fo e Rame, Farrell.
Abstract
Playwrights Franca Rame and Dario Fo are known for their use of laughter as an instrument to ridicule the powerful and empower the underprivileged classes. Of their long period in activity, probably the most engaged is the 1970s, a time when, among others, they wrote
the play Non si paga, non si paga (1974; 2000), recently translated into the audiovisual in Brazil, in the film Não vamos pagar nada, written by Renato Fagundes and directed by João Fonseca, released in October 2020. This work intends to investigate how this translation adapts the work of Rame and Fo to the Brazilian political context of the pandemic. Important references for our reflection are Diniz, Edo, Rosenfeld and Zatlin, and on the theater of Fo and Rame, Farrell
Assunto
Teatro político, Franca, Rame, Adaptações para o cinema
Palavras-chave
Teatro engajado, Dario Fo, Franca Rame, Cinema, Adaptação