Gerador estocástico de precipitação diária bipartido condicionado às fases enos aplicado à região Sul do Brasil

dc.creatorJaildo Vieira Rocha Filho
dc.date.accessioned2023-03-16T17:49:22Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:10:52Z
dc.date.available2023-03-16T17:49:22Z
dc.date.issued2016-07-01
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/50959
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectEngenharia sanitária
dc.subjectRecursos hídricos - Desenvolvimento
dc.subjectMarkov, Processos de
dc.subjectPrecipitação (Meteorologia)
dc.subjectBrasil, Sul
dc.subjectEl Niño, Corrente
dc.subject.otherENOS
dc.subject.otherEl Niño
dc.subject.otherExponencial Mista
dc.titleGerador estocástico de precipitação diária bipartido condicionado às fases enos aplicado à região Sul do Brasil
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Eber José de Andrade Pinto
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5066699058781569
local.contributor.referee1Veber Afonso Figueiredo Costa
local.contributor.referee1Joel Avruch Goldenfum
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6118063589907443
local.description.resumoCom o intuito de investigar a mitigação da overdispersion nos modelos bipartidos – fenômeno em que é notada de forma sistêmica uma menor variância entre a precipitação mensal da série sintética quando comparadas com a da série histórica – no presente estudo são apresentados três geradores estocásticos bipartidos de precipitação diária, aplicado a vinte estações pluviométricas localizadas na região sul e associado às fases do El Niño – Oscilação Sul (ENOS). Para esta análise, foi realizada uma comparação entre geradores similares, sem o condicionamento à variável exógena em questão. No que se refere a esta comparação, tem-se que o condicionamento pode reduzir de forma significativa as diferenças entre as variâncias da precipitação mensal simulada e observada (em torno de 50% para o mês de novembro). Contudo, devido à grande variação na redução da overdispersion ao longo dos meses, há indicação de dependência da presença do sinal ENOS. Para a região estudada, a etapa da modelagem das ocorrências de precipitação – que emprega cadeias markovianas de primeira ordem – se notabilizou por apresentar, comparativamente, um desempenho pouco adequado (variância do número de dias chuvosos), tanto para o caso condicionado quanto para o desassociado a variáveis exógenas. Neste sentido, para a região Sul do Brasil, é sugerido a utilização da modelagem através de processos de alternância com renovação. Em relação à modelagem das alturas precipitadas, o gerador que emprega a distribuição Exponencial Mista apresenta resultados superiores. Entretanto, deve-se ter cautela na aplicação desta distribuição, uma vez que a mesma apresenta uma limitação relevante nas relações do seu espaço paramétrico quando associado às características de precipitação do sul do Brasil. O uso de um critério objetivo, critério de informação de Bayes (BIC), para definir a distribuição (Game, Exponencial e Exponencial Mista) a ser utilizada na geração das alturas de precipitação, supera a modelagem que aplica a Gama sendo mais parcimoniosa e apresentando um menor erro relativo médio. Por fim, a modelagem estocástica proposta com condicionamento apresenta, em um aspecto geral, bons resultados.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENG - DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Saneamento, Meio Ambiente e Recursos Hídricos

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