Vulnerabilidade à pobreza dos municípios brasileiros entre 2000 e 2010: uma abordagem multidimensional

dc.creatorGuilherme Ottoni Teixeira Costa
dc.date.accessioned2019-08-12T15:22:23Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:43:19Z
dc.date.available2019-08-12T15:22:23Z
dc.date.issued2015-08-10
dc.description.abstractThe poor today may not be the poor of tomorrow. In this context, the concept of vulnerability is introduced as the probability of well-being loss. This study investigates factors capable of preventing the incidence and the deepening of poverty, and acting towards overcoming poverty as well. In order to consider the several aspects related to poverty, this study of vulnerability to poverty creates a Multidimensional Poverty Index (MPI), based on the Capabilities Approach and data from Demographic Census of 2000 and 2010. Differently from what is commonly used in the vulnerability to povertys literature, the focus is on the municipality instead of the individual or the family. The analysis of MPI shows an improvement of the multidimensional poverty picture in all national territory between 2000 and 2010. The Ordered Probit model is applied to the investigation of municipalitys vulnerability to poverty. The results confirm the idea that human capital contributes positively to the vulnerability reduction and so it does the better quality of life. Economies that are more capable of producing more business opportunities to the locals also have positive effects on the reduction of that problematic. On the other hand, the size of the municipalitys population contributes in a way of increasing its vulnerability to poverty. The municipalities considered as vulnerable were defined as those that show higher probability of descending movement in the MPIs distribution than the probability of ascending movement and the probability of stability along the MPIs distribution. Following the national tendency of improvement in the index made in this study, a reduction in the number of vulnerable municipalities is observed all over the Brazilian regions. With the use of the Exploratory Spatial Data Analysis, we confirm the hypothesis that poverty and vulnerability to poverty treated separately in this study are not spatially random.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-A59M23
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBrasil Condições econômicas 2000-2010
dc.subjectEconomia
dc.subjectPobreza Brasil 2000-2010
dc.subject.otherVulnerabilidade à pobreza
dc.subject.otherMunicípios brasileiros
dc.subject.otherPobreza multidimensional
dc.subject.otherAnálise Exploratória de Dados Espaciais
dc.titleVulnerabilidade à pobreza dos municípios brasileiros entre 2000 e 2010: uma abordagem multidimensional
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Pedro Vasconcelos Maia do Amaral
local.contributor.advisor1Ana Flavia Machado
local.contributor.referee1Andre Braz Golgher
local.contributor.referee1Gilvan Ramalho Guedes
local.description.resumoO pobre de hoje pode não ser o pobre de amanhã. Nesse contexto, o conceito de vulnerabilidade é introduzido como a probabilidade de perda de bem-estar. Esse trabalho busca contribuir para a identificação de fatores que sejam capazes de prevenir a incidência e o aprofundamento da pobreza, assim como atuar na superação da mesma. Para que o estudo da vulnerabilidade à pobreza possa considerar as diversas dimensões da pobreza, elabora-se um Indicador de Pobreza Multidimensional (IPM), amparado na Abordagem das Capacitações, a partir dos dados do Censo Demográfico dos anos 2000 e 2010. Diferentemente do que é comumente encontrado na literatura sobre a vulnerabilidade à pobreza, em vez de utilizar o indivíduo como unidade de análise, o estudo utiliza o município como o foco do estudo. A análise IPM mostra que, entre 2000 e 2010, houve melhora no quadro da pobreza multidimensional em todo o território brasileiro. O método de estimação Probit Ordenado é utilizado para o estudo da vulnerabilidade à pobreza dos municípios. Os resultados ratificam que o capital humano contribui positivamente para a redução da vulnerabilidade, assim como uma melhor qualidade de vida. Uma economia capaz de apresentar oportunidades de negócio para os moradores locais também traz efeitos positivos para a redução da problemática estudada. Em sentido oposto, o tamanho da população contribui negativamente. Foram considerados vulneráveis os municípios que tivessem a probabilidade de mobilidade descendente na distribuição do IPM maior que a probabilidade de mobilidade e de imobilidade. Assim como no caso do IPM, contata-se uma redução no número de municípios vulneráveis por todo o Brasil. Com o uso da Análise Exploratória de Dados Espaciais, mostrou-se que a pobreza e a vulnerabilidade à mesma neste trabalho, separadamente estão relacionadas no espaço.
local.publisher.initialsUFMG

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
disserta__o___guilherme_ottoni.pdf
Tamanho:
5.81 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format