O exílio e o retorno do imigrante na obra de Julia Alvarez/Yolanda García

dc.creatorPriscila Campolina de Sa Campello
dc.date.accessioned2019-08-14T05:55:25Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:45:30Z
dc.date.available2019-08-14T05:55:25Z
dc.date.issued2008-04-04
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-7DGJ6L
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAlvarez, Julia Something to declare Crítica e interpretação
dc.subjectFicção autobiográfica
dc.subjectAlvarez, Julia How the Garcia girls lost their accents Crítica e interpretação
dc.subjectRepública Dominicana Migração
dc.subjectLiteratura hispano-americana Estados Unidos
dc.subjectEstados Unidos Imigrantes
dc.subjectExílio na literatura
dc.subjectDitadura e ditadores
dc.subjectAlvarez, Julia Yo! Crítica e interpretação
dc.subjectRepública Dominicana Exílio
dc.subject.otherexílio
dc.subject.otherficção autobiográfica
dc.titleO exílio e o retorno do imigrante na obra de Julia Alvarez/Yolanda García
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Glaucia Renate Goncalves
local.contributor.referee1Marcos Antonio Alexandre
local.contributor.referee1Maria Zilda Ferreira Cury
local.contributor.referee1Leila Assumpção Harris
local.contributor.referee1Heleno Godói de Sousa
local.description.resumoO presente trabalho analisa dois romances de Julia Alvarez - "How the García girls lost their accents" e "Yo!", a partir de três eixos centrais em suas obras: a autobiografia ficcional, o exílio para os Estados Unidos e o retorno à República Dominicana. A autobiografia ficcional é para a autora e sua personagem-escritora, Yolanda García, uma forma de se inscrever em seus próprios textos, enquanto sujeitos fragmentados, multifacetados e situados no entre-lugar, e de buscar a identidade e a pátria desestabilizadas pelo deslocamento. Yolanda García, alter ego de Julia Alvarez, é o espaço encontrado pela autora para discutir as questões prementes de seu passado e das situações vivenciadas por muitos imigrantes fronteiriços que, como ela, procuram sua identidade em locais tão distantes geograficamente como República Dominicana e Estados Unidos. Dessa forma, tanto a escritora não-ficcional quanto a ficcional utilizam a escrita como forma de suturar algo que está para sempre perdido na vida do sujeito marcado pelo exílio.
local.publisher.initialsUFMG

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