Biocontrole dos extratos de Hovenia dulcis e Ateleia glazioviana frente a organismos xilófagos

dc.creatorMaiara Talgatti
dc.creatorAmanda Grassmann da Silveira
dc.creatorTalita Baldin
dc.creatorGuilherme Valcorte
dc.creatorElio José Santini
dc.date.accessioned2022-10-07T13:35:43Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:28:59Z
dc.date.available2022-10-07T13:35:43Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractThe present study aims to verify the toxicity of aqueous extracts of the wood, bark and leaves lignocellulosic materials of Hovenia dulcis and Ateleia glazioviana to the main woody xylophagous organisms. For this, five trees of each species were felled, of these, the vegetal materials were obtained for the preparation of the aqueous extracts of the wood. The extracts were incorporated into the culture medium in petri dishes in order to verify the toxicity to the main deteriorated fungi of Pycnoporus sanguineus and Gloeophyllum trabeum woods. Experiment evaluations were initiated 24 hours after inoculation by daily measurements of mycelial growth until the control plaques were taken up by the fungi. In addition, the extracts were also tested as bioinsecticides in the control of termites. For this purpose, filter papers impregnated with the extracts were placed in petri dishes and after addition of 20 active termites in each plate, which were incubated at 28 ± 2 ° C, 75 ± 5. There were five replicates per treatment, and for each plate, mortality rate of termites was calculated for 2h and 24h for each treatment. All aqueous extracts of Hovenia dulcis and Ateleia glazioviana have fungitoxic potential freight to fungi representative of white and brown rot and potential pesticide against termites. In general, the extracts of Ateleia glazioviana showed to be of better fungitoxic performance and pesticide in relation to those of Hovenia dulcis, and could be used as biopreservantes of wood.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.18671/scifor.v48n125.17
dc.identifier.issn2318-1222
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/46077
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofScientia Forestalis
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFungicidas
dc.subjectInseticidas biológicos
dc.subjectTérmita
dc.subjectMadeira - Deterioração
dc.subjectMadeira - Preservativos
dc.titleBiocontrole dos extratos de Hovenia dulcis e Ateleia glazioviana frente a organismos xilófagos
dc.title.alternativeBiocontrol of the extracts of Hovenia dulcis and Ateleia glazioviana against xylophagus organisms
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue125
local.citation.spagee3241
local.citation.volume48
local.description.resumoObjetiva-se verificar a toxidez dos extratos aquosos dos materiais lignocelulósicos (madeira, casca e folhas) de Hovenia dulcis e Ateleia glazioviana aos principais organismos xilófagos da madeira. Para tal, foram cortadas cinco árvores de cada espécie, e obtidos os materiais vegetais para a confecção dos extratos aquosos. Esses foram incorporados ao meio de cultura em placas de petri a fim de verificar a toxidez de dois fungos deterioradores Pycnoporus sanguineus e Gloeophyllum trabeum. As avaliações do experimento foram iniciadas 24 horas após a inoculação, por meio de medições diárias do crescimento micelial, até que as placas testemunhas fossem tomadas pelos fungos. Os extratos foram testados também como bioinseticidas no controle de térmitas, para isso, em placas de petri foram postos papéis filtro impregnados com extratos e após adicionadas 20 térmitas ativas em cada placa, que permaneceram em incubadora a 28 ± 2 ° C, 75 ± 5. Em cada placa foi calculada a porcentagem de mortalidade dos cupins por 2h e 24 h. Todos extratos aquosos de Hovenia dulcis e Ateleia glazioviana possuem potencial fungitóxico frete aos fungos representantes da podridão branca e parda e potencial pesticida frente às térmitas. Em geral, os extratos aquosos de Ateleia glazioviana mostraram-se de melhor desempenho em relação aos de Hovenia dulcis, podendo vir a serem empregados futuramente como biopreservantes de madeiras .
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.ipef.br/publicacoes/scientia/nr125/2318-1222-scifor-48-125-e3241.pdf

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