Mental fatigue does not affect heart rate recovery but impairs performance in handball players

dc.creatorEduardo Macedo Penna
dc.creatorEdson Soares Medeiros Filho
dc.creatorBruno Teobaldo Campos
dc.creatorDaniel Alvarez Pires
dc.creatorFabio Yuzo Nakamura
dc.creatorThiago Teixeira Mendes
dc.creatorThiago Ribeiro Lopes
dc.creatorMitchell Robert Smith
dc.creatorLuciano Sales Prado
dc.date.accessioned2023-02-15T17:01:16Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:21:55Z
dc.date.available2023-02-15T17:01:16Z
dc.date.issued2018-09
dc.description.abstractIntrodução: Este estudo envolveu uma análise do impacto da fadiga mental sobre a recuperação da frequência cardíaca (RFC), medidas subjetivas de fadiga e desempenho de corrida intermitente em jogadores de handebol. Objetivo: Este estudo visou (1) examinar os efeitos de um estado induzido de fadiga mental no desempenho aeróbico de jogadores de handebol, medido pelo teste Yo-Yo IR1 e (2) explorar possíveis alterações na regulação da frequência cardíaca através da análise da RFC. Métodos: Doze jogadores de handebol (idade: 17,50 ± 3,63 anos, 5 ± 2,2 anos de prática) realizaram um teste Yo-Yo IR1 em duas ocasiões, com pelo menos 72 horas de intervalo. O teste Yo-Yo IR1 foi precedido por tratamento de 30 minutos que consistiu no teste Stroop Color-Word para induzir estado de fadiga mental. Os participantes na condição de controle assistiram a um vídeo emocionalmente neutro. Resultados: Foram observadas taxas mais elevadas de fadiga mental e esforço mental após o teste Stroop para o grupo experimental. Não foram observadas diferenças na motivação entre as condições. Além disso, a indução de fadiga mental prejudicou o desempenho de corrida e levou a maior PSE durante o teste Yo-Yo IR1. Não obstante, não foram observadas alterações na RFC nem nas concentrações de lactato sanguíneo entre as condições. Conclusão: Em conjunto, esses resultados sugerem que a fadiga mental afeta o desempenho de corrida intermitente, sem alterar os valores de RFC. Nível de Evidência III; Estudo de caso-controle.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/1517-869220182405180483
dc.identifier.issn1806-9940
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/50089
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Medicina do Esporte
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFadiga mental
dc.subjectAtletas - Aspectos fisiológicos
dc.subjectTolerância ao exercício
dc.subjectFadiga
dc.subjectTeste de esforço
dc.subject.otherMental fatigue
dc.subject.otherAthletic performance
dc.subject.otherExercise tolerance
dc.subject.otherFatigue
dc.subject.otherExercise test
dc.titleMental fatigue does not affect heart rate recovery but impairs performance in handball players
dc.title.alternativeFadiga mental não altera a recuperação da frequência cardíaca, mas afeta o desempenho de jogadores de handebol
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage351
local.citation.issue5
local.citation.spage347
local.citation.volume24
local.description.resumoIntroduction: This study involved an analysis of the impact of mental fatigue on heart rate recovery (HRR), subjective measures of fatigue and intermittent running performance in handball players. Objective: This study was aimed at (1) examining the effects of an induced state of mental fatigue on the aerobic performance of handball players, as measured by the Yo-Yo IR1 test, and (2) exploring possible changes in heart rate regulation through HRR analysis. Methods: Twelve handball players (age: 17.50 ± 3.63 years; 5 ± 2.2 years of practice) undertook a Yo-Yo IR1 test on two occasions, separated by an interval of at least 72 hours. The Yo-Yo IR1 test was preceded by a 30-min treatment, consisting of the Stroop Color-Word Test, to induce mental fatigue. Participants in the control condition watched an emotionally neutral video. Results: Higher ratings of mental fatigue and mental effort following the Stroop Test were observed for the experimental group. No differences in motivation were observed between conditions. Moreover, the induction of mental fatigue impaired running performance and led to a higher RPE during the Yo-Yo IR1 test. Notwithstanding, no changes in HRR or blood lactate levels were observed across conditions. Conclusion: Altogether, these results suggest that mental fatigue impairs intermittent running performance, without affecting HRR values. Level of Evidence III; Case-Control study.
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0003-0058-7967
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-8548-4651
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-1816-8325
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0003-2163-5606
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-5336-3652
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0003-1644-4020
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0003-2586-3948
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-8168-5405
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0001-7554-1926
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEEF - DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/rbme/a/bgPcWztvQyF8kXZQB6PrkzJ/?lang=en

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