Queixas comunicacionais: significados expressos na troca de cartas entre os usuários e o Hospital Municipal Odilon Behrens

dc.creatorGilvan Ferreira de Araujo
dc.date.accessioned2019-08-12T00:57:43Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:25:45Z
dc.date.available2019-08-12T00:57:43Z
dc.date.issued2006-04-19
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/VCSA-6W9JAR
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectHospital Municipal Odilon Behrens (Belo Horizonte, MG)
dc.subjectComunicação social
dc.subject.otherCartas
dc.subject.otherGoffman
dc.subject.otherFace a face
dc.subject.otherInterpretações
dc.subject.otherRepresentação
dc.titleQueixas comunicacionais: significados expressos na troca de cartas entre os usuários e o Hospital Municipal Odilon Behrens
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Michael Manfred Hank
local.contributor.referee1Fernando Andacht
local.contributor.referee1Maria Beatriz A Sathler Bretas
local.description.resumoUm estudo sobre a troca de 850 cartas entre os usuários e a direção do Hospital Municipal Odilon Behrens, nos anos de 2003 e 2004, utilizando pesquisa documental, descritiva e interpretativa. O objetivo é tentar entender os significados expressos nessa troca, especificamente através da análise quantitativa e qualitativa, de 116 correspondências geradas por queixas dos usuários e de 30 cartas que expressam rupturas entre eles e a equipe de saúde do Hospital. Com uma abordagem histórica e contextualização epistemológica, entendendo o campo de estudo da comunicação e sua face interdisciplinar, esta pesquisa tem o sociólogo canadense Erving Goffman (1922-1982) e suas teorias sobre a dramatização das relações face a face como seu principal eixo de análises. Outras 13 categorias, além das 24 apreendidas do livro do autor A representação do Eu na vida cotidiana (The presentation of self in everyday life), também são testadas nas cartas pesquisadas. As conclusões deste trabalho podem ser resumidas no entendimento de que os significados contidos nas cartas, assim como aqueles presentes na comunicação face a face, não devem ser vistos através de uma única leitura (ou teoria). Os detalhes microssociológicos presentes tanto nas cartas quanto nas interações face a face são apenas um primeiro passo para entender a comunicação social e as suas mais diversas faces, que levam em conta as representações, as interpretações e os significados dados e apreendidos por cada uma delas.
local.publisher.initialsUFMG

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