Avaliação de uma bacterina na prevenção da rinite atrófica

dc.creatorJosé Lucio dos Santos
dc.date.accessioned2019-08-10T03:06:21Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:46:08Z
dc.date.available2019-08-10T03:06:21Z
dc.date.issued1981-07-10
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8QKKPS
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectVeterinária
dc.subjectSuino Doenças
dc.subjectRinite atrofica em suinos Vacinas
dc.subject.otherMedicina Veterinária
dc.titleAvaliação de uma bacterina na prevenção da rinite atrófica
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Ronaldo Braga Reis
local.contributor.referee1Romulo Cerqueira Leite
local.contributor.referee1Ernane Fagundes do Nascimento
local.description.resumoQuatro amostras de B. bronchiseptica, em fase I, isoladas de caso clínico, foram utilizadas na preparação de uma bacterina, com títu1o de 1 x 10¹° bactérias/m1, inativadas pelo formol e adsorvidas em ge1 de hidróxido de alumínio. Ao teste do potência em camundongos, a bacterina diluída a 10-¹ protegeu 90% dos animais desafiados com 100 D1.50/0,2 m1 de B. bronchiseptica. Em suínos, a nível de campo, a vacina foi testada da seguinte forma: formaram-se três grupos - A, B e C, com oito porcas gestantes em cada. No grupo A, as porcas foram vacinadas aos 60-70 e 100 dias de gestação e suas leitegadas, aos sete e 28 dias. No grupo B, as porcas não foram vacinadas, mas apenas suas leitegadas, aos sete e 28 dias e o grupo C foi o controle, com porcas e leitegadas não vacinadas. Aos quatro, cinco e 10 dias, respectivamente, seis leitegadas de cada um dos grupos A, B e C foram desafiados com 0,5 m1 de uma cultura com 1 x 10¹°/ml deB. bronchiseptica. Todas as leitegadas aos 28, 56, 90, 120, 150 e 180 dias foram examinadas para os seguintes aspectos: secreções mucosas e purulentas, espirros, hemorragia nasal, dificuldade respiratória, bacteriologia nasal e sorologia para B. bronchiseptica o peso médio. Observou-se uma redução dos sinais clínicos e mais rápida e acentuada descontaminação nasal para B. bronchiseptica nos sub-grupos A1 e A2 vacinados, em relação aos controles não vacinados. O título médio de anticorpos séricos aglutinantes nas porcas do grupo A, antes da primovacinação era de 1:17,50. Após a segunda vacinação, o título elevou-se para 1:960,00. A transferência de anti-corpos passivos da porca aos leitões, verificados aos sete dias pós-parto, apresentou títulos médios de 1:354,66. Aos 180 dias o grupo vacinado era 15% (14 kg) mais pesado do que os grupos não vacinados. A média de peso dos Sub-grupos vacinados, a partir dos 56 dias, foi estatisticamente significativa em relação aos controles não vacinados. Não foram observadas reações adversas gerais ou locais, após a inoculação da vacina em camundongos, porcas e leitões
local.publisher.initialsUFMG

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
disserta__o_de_mestrado_de_jos__l_cio_dos_santos.pdf
Tamanho:
1.45 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format