The role of V‑shaped oceans and ribbon continents in the Brasiliano/PanAfrican assembly of western Gondwana

Carregando...
Imagem de Miniatura

Data

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Editor

Universidade Federal de Minas Gerais

Descrição

Tipo

Artigo de periódico

Título alternativo

O papel dos oceanos em forma de V e dos continentes em fita na montagem Brasiliana/PanAfricana do Gondwana Ocidental

Primeiro orientador

Membros da banca

Resumo

Western Gondwana amalgamated by collision of continental blocks that did not form prior conjugated margins (extroversion), and by typical Wilson cycles, when continental blocks that rifted away giving birth to new oceans were subsequently re-joined in approximately the same position (introversion). The introverted systems are characterized by the opening of V-shaped basins through rifting and hyperextension of various continental pieces (micro- and ribbon continents) from a former Central African Block. These continental fragments lost substantial parts of their mantle lithosphere and became decratonized while drifting towards the external Goiás-Pharusian ocean. Protracted seafoor spreading and consumption through subduction of the internal and external oceans, respectively, ultimately led to multiple, diachronous collisions with other continental blocks detached from Rodinia (Amazonian, West Africa, Embu, etc.). These collisions pushed the ribbon continents back and closed the introverted basins, squeezing and incorporating the reworked basement tracts between the main colliding blocks and the rigid remainder of the Central African Block (the São Francisco-Congo craton). Continental extrusion and lateral escape tectonics ensued, generating thousands-of-km long networks of anastomosing directional shear zones (keirogens), as a consequence of both the accretionary systems developed between the involved blocks and the highly deformable nature of the decratonized ribbon continents.

Abstract

Gondwana Ocidental amalgamado pela colisão de blocos continentais que não formaram margens conjugadas anteriores (extroversão) e pelos ciclos típicos de Wilson, quando blocos continentais que se separaram dando origem a novos oceanos foram posteriormente reunidos aproximadamente na mesma posição (introversão). Os sistemas introvertidos são caracterizados pela abertura de bacias em forma de V por meio de rifting e hiperextensão de vários pedaços continentais (microcontinentes e continentes em faixa) de um antigo bloco centro-africano. Esses fragmentos continentais perderam partes substanciais de sua litosfera do manto e se descratonizaram enquanto se deslocavam em direção ao oceano externo Goiás-Pharusiano. A expansão e o consumo prolongados do fundo do mar por meio da subducção dos oceanos interno e externo, respectivamente, levaram a colisões múltiplas e diacrônicas com outros blocos continentais destacados de Rodínia (Amazônia, África Ocidental, Embu, etc.). Essas colisões empurraram os continentes em fita para trás e fecharam as bacias introvertidas, espremendo e incorporando os tratos de embasamento retrabalhados entre os principais blocos em colisão e o restante rígido do Bloco Centro-Africano (o cráton São Francisco-Congo). A extrusão continental e a tectônica de escape lateral se seguiram, gerando redes de milhares de km de zonas de cisalhamento direcional anastomosadas (keirogens), como consequência tanto dos sistemas de acreção desenvolvidos entre os blocos envolvidos quanto da natureza altamente deformável dos continentes em fita decratonizados.

Assunto

Geologia Estrutural, Continentes

Palavras-chave

Geology, Structural, Continents

Citação

Curso

Endereço externo

https://www.nature.com/articles/s41598-023-28717-7

Avaliação

Revisão

Suplementado Por

Referenciado Por