Reparixina, um antagonista de CXCR1 e CXCR2, na laminite experimental de equinos

dc.creatorLeonardo Rodrigues de Lima
dc.date.accessioned2019-08-09T22:56:53Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:54:50Z
dc.date.available2019-08-09T22:56:53Z
dc.date.issued2013-08-01
dc.description.abstractLeucocytes recruitment to tissues is an essential part of the innate immune response and an unregulated process can result in tissue damage. Thus, leucocytes infiltration has been implicated in the pathogenesis of acute laminitis. The objectives of this study were to determine the tolerance of horses to the intravenous infusion of reparaxin, an antagonist for CXCR1/2 (achemokine receptor for neutrophils attraction) and these effects on the clinical signs and hematological parameters in horses given oligofructose to induce endotoxemia and laminitis. 30 Twelve horses were given oligofructose (10g/kg bw PO) in time 0 and divided in two groups: treated (30 mg/kg bw. Reparaxin IV, times 6, 12, 18 e 24 h) and no treated. Cardiac andrespiratory frequency, rectal temperature, mucous membrane colour, digital pulse, hoof sensitivity and Obels grade of lameness were recorded. Values for RBC, WBC, glicosis, BUN, creatinin, ALT, AST, alcalin phosphatase, GGT, total bilirrubin and serum protein were measured on times 0, 6, 12, 18, 24, 36, 48, 60 e 72 h. All the horses given oligofructose developed signs ofendotoxemia like diarrhea, fever and leukocytosis. Also, CXCR1/2 antagonist treatment did not cause any adverse effects. However, this substance when injected intravenously (30mg/kg) 6/6 hours for 4 applications, did not ameliorate clinical and hematological signs of endotoxemia. Further studies using hoof biopsies are granted to test a possible beneficial effect in lamellartissue.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/SMOC-9WRHMN
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEquino Doenças
dc.subjectLaminite
dc.subjectCasco de animais Doenças Tratamento
dc.subject.otherReparixina
dc.subject.otherCavalos
dc.subject.otherQuimiocinas
dc.subject.otherLaminite
dc.subject.otherNeutrofilos
dc.titleReparixina, um antagonista de CXCR1 e CXCR2, na laminite experimental de equinos
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Geraldo Eleno Silveira Alves
local.contributor.advisor-co1Fernando Queiroz de Almeida
local.contributor.advisor1Rafael Resende Faleiros
local.contributor.referee1Eliane Goncalves de Melo
local.contributor.referee1Mauro Martins Teixeira
local.contributor.referee1Carlos Augusto Araujo Valadão
local.contributor.referee1Adriana Helena de Souza
local.description.resumoO recrutamento de leucócitos aos tecidos é uma parte essencial da resposta imune inata e esse processo de forma desregulada pode resultar em lesões nos tecidos. Assim, a infiltração de leucócitos tem sido implicada na patogênese da laminite aguda em equinos. Os objetivos desta pesquisa foram: verificar a tolerância de equinos à aplicação de um antagonista alostérico de CXCR1 e CXCR2 (reparixina) pela via intravenosa e verificar sua a ação sobre os sinais clínicos e parâmetros hematológicos de cavalos com endotoxemia e laminite induzida por oligofrutose. Doze eqüinos sem raça definida de origem brasileira receberam oligofrutose (10 g/kg de peso vivo PO no tempo 0) e foram divididos em dois grupos: tratados (30 mg/kg pv de reparixina IV, nos tempos 6, 12, 18 e 24 h) e não tratados. As frequências cardíaca e respiratória, temperatura retal, coloração de membranas mucosas, presença e intensidade de pulso digital, sensibilidade ao exame com pinça de casco e grau de claudicação segundo Obel, bem como parâmetros hematológicos e bioquímicos (hemograma, glicose, uréia, creatinina, ALT, AST, FA, GGT, bilirrubina total e proteína total) foram aferidos nos tempos 0, 6, 12, 18, 24, 36, 48, 60 e 72 horas. O modelo usando oligofructose foi adequado para induzir sinais de laminite e endotoxemia, como diarreia, febre e leucocitose em cavalos sem raça definida de origem nacional. Também, não foram observadas quaisquer reações adversas clínicas ou hematológicas relacionadas ao uso intravenoso da reparixina. Contudo essa substância, quando administrada na dose de 30 mg/kg de pv, a cada 6 horas, por quatro aplicações, não foi capaz de prevenir os sinais clínicos e as alterações hematológicas causadas pela endotoxemia na espécie equina. Novos estudos usando biópsias de casco deverão ser conduzidos de forma a verificar possível efeito benéfico da reparixina sobre o tecido lamelar.
local.publisher.initialsUFMG

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
tese_corrida.pdf
Tamanho:
9.43 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format