Metabolic disorders and cardiovascular risk in people living with HIV/AIDS without the use of antiretroviral therapy

dc.creatorMariana Amaral Raposo
dc.creatorGeyza Nogueira de Almeida Armiliato
dc.creatorNathalia Sernizon Guimarães
dc.creatorCamila Abrahão Caram
dc.creatorRaíssa Domingues de Simoni Silveira
dc.creatorUnaí Tupinambás
dc.date.accessioned2022-12-01T23:59:26Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:32:54Z
dc.date.available2022-12-01T23:59:26Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractIntrodução: Distúrbios metabólicos em pessoas vivendo com HIV/AIDS (PVH) já eram descritos antes mesmo da introdução dos antirretrovirais (ARV) no tratamento da infecção pelo HIV e são fatores de risco para doenças cardiovasculares. Com base nisso, o objetivo deste estudo foi avaliar os distúrbios metabólicos e o risco cardiovascular em HLP antes do início do tratamento antirretroviral (TARV). Métodos: Trata-se de um estudo descritivo transversal com 87 PVHIV sem uso de TARV, realizado entre janeiro e setembro de 2012 em um centro especializado em doenças infecciosas de Minas Gerais, Brasil. Resultados: Os principais distúrbios metabólicos na população foram baixos níveis séricos de HDL-colesterol, hipertrigliceridemia e obesidade abdominal. A dislipidemia foi prevalente em 62,6% da população estudada, enquanto a síndrome metabólica (SM) foi prevalente em 11,5% dos pacientes avaliados pelos critérios da International Diabetes Federation (IDF) e 10,8% avaliados pelo National Cholesterol Education Program-Adult Treatment Panel (NCEP). -ATPIII). Em relação ao risco cardiovascular, 89,7% da população apresentou baixo risco coronariano segundo o Framingham Risk Score. Maior proporção de pacientes com diagnóstico de SM apresentou baixo risco cardiovascular (80% avaliados pelos critérios da IDF e 77,8% avaliados pelos critérios do NCEP-ATPIII). Conclusões: Os distúrbios metabólicos nesta população podem ser decorrentes da infecção pelo HIV ou do estilo de vida (tabagismo, sedentarismo e alimentação inadequada). A introdução da TARV pode potencializar a dislipidemia, aumentando o risco cardiovascular, principalmente naqueles que apresentam clássica riscos de doenças cardiovasculares.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttp://doi.org/10.1590/0037-8682-0258-2017
dc.identifier.issn00378682
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/47680
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectHIV
dc.subjectSíndrome de imunodeficiência adquirida
dc.subjectFatores de Risco de Doenças Cardíacas
dc.subject.otherHIV/AIDS
dc.subject.otherMetabolic disorders
dc.subject.otherCardiovascular risk
dc.titleMetabolic disorders and cardiovascular risk in people living with HIV/AIDS without the use of antiretroviral therapy
dc.title.alternativeDistúrbios metabólicos e risco cardiovascular em pessoas vivendo com HIV/AIDS sem uso de terapia antirretroviral
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage606
local.citation.issue5
local.citation.spage598
local.citation.volume50
local.description.resumoIntroduction: Metabolic disorders in people living with HIV/AIDS (PLH) have been described even before the introduction of antiretroviral (ARV) drugs in the treatment of HIV infection and are risk factors for cardiovascular diseases. Based on this, the purpose of this study was to assess metabolic disorders and cardiovascular risk in PLH before the initiation of antiretroviral treatment (ART). Methods: This was a cross-sectional descriptive study of 87 PLH without the use of ART, which was carried out between January and September 2012 at a specialized infectious diseases center in Minas Gerais, Brazil. Results: The main metabolic disorders in the population were low serum levels of HDL-cholesterol, hypertriglyceridemia and abdominal obesity. Dyslipidemia was prevalent in 62.6% of the study population, whereas metabolic syndrome (MS) was prevalent in 11.5% of patients assessed by the International Diabetes Federation (IDF) criteria and 10.8% assessed by the National Cholesterol Education Program-Adult Treatment Panel (NCEP-ATPIII) criteria. Regarding cardiovascular risk, 89.7% of the population presented a low coronary risk according to the Framingham Risk Score. A greater proportion of patients diagnosed with MS presented low cardiovascular risk (80% assessed by IDF criteria and 77.8% assessed by NCEP-ATPIII criteria). Conclusions: Metabolic disorders in this population may be due to HIV infection or lifestyle (smoking, sedentary lifestyle and inadequate diet). The introduction of ART can enhance dyslipidemia, increasing cardiovascular risk, especially among those who have classic risks of cardiovascular disease.
local.identifier.orcid0000-0001-6833-3870
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/rsbmt/a/sGhk7xKqCBSSnZTxXqLqphN/abstract/?lang=en

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