Mães guerreiras: uma etnografia sobre mães de jovens encarcerados em Porto Velho/RO

dc.creatorSimone de Oliveira Mestre
dc.date.accessioned2019-08-14T19:21:23Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:50:11Z
dc.date.available2019-08-14T19:21:23Z
dc.date.issued2016-03-08
dc.description.abstractThis thesis results from an ethnographic research about young prisoners' mothers in Porto Velho, held between 2014 and 2015, and continuing the researches developed before graduation. This work discuss the notion of being a mother of a son who is deprived of freedom. The stigma of outlaw given to the son is linked to the mother's identity, showing a two-fronted pressure over the idea of maternal care: both guilt and responsibility not only for the actions, but for the attendance of the imprisoned son. This situation, shared with other mothers, gives rise to the construction of a network of caring, as well as the negative experience of being submitted to the security procedures, situations that are mingled with gender, stigma and social vulnerability questions.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-AQPFL3
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAntropologia
dc.subjectCrime
dc.subjectViolência
dc.subjectMaternidade
dc.subjectRelações de gênero
dc.subject.otherCrime
dc.subject.otherViolências
dc.subject.otherGênero
dc.subject.otherMaternidade
dc.titleMães guerreiras: uma etnografia sobre mães de jovens encarcerados em Porto Velho/RO
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Érica Renata de Souza
local.contributor.referee1Yumi Garcia dos Santos
local.contributor.referee1Karenina Vieira Andrade
local.description.resumoA presente dissertação é fruto de uma pesquisa etnográfica sobre mães de jovens encarcerados em Porto Velho, realizada em 2014 e 2015 e é continuação da pesquisa de graduação. Este trabalho apresenta reflexões sobre o ser mãe de filho que se encontra privado de liberdade. O estigma de criminoso atribuindo ao filho é acoplado à identidade materna, evidenciando uma dupla pressão exercida sobre a ideia de cuidado de mãe: culpa e responsabilidade tanto pelos atos como pelo acompanhamento do filho encarcerado. Essa situação, comum a outras mães, proporciona a formação de uma rede de cuidados. Assim como a experiência negativa de se submeter aos procedimentos de segurança, experiência que é atravessada por questões de gênero, estigma e vulnerabilidade social.
local.publisher.initialsUFMG

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