Embolia pulmonar: relação entre escores tomográficos e prognósticos clínicos

dc.creatorThiago Horta Soares
dc.date.accessioned2019-08-11T00:40:57Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:07:01Z
dc.date.available2019-08-11T00:40:57Z
dc.date.issued2011-04-06
dc.description.abstractBackground: Pulmonary embolism (PE) is a serious and potentially fatal disorder. Risk stratification of death in PE allows identification of low risk patients who may be treated as outpatient or discharged early and also prevents deaths by early medical intervention in high risk groups. Methods: We evaluated 126 patients with objectively confirmed PE by a multidetector computed tomographic pulmonary angiography from a single center from January 2008 to January 2010. Variables used to calculate the Pulmonary Severity Embolism Index (PESI), the right to left ventricle diameter (RV/LV) ratio and the vascular obstruction index (VOI) were extracted from electronic hospital records and image database. Results: a total of 6/96 patients (6.3%) died during follow-up. There was an association between PESI and mortality (2 p < 0.001). PESI class I-II had a 100% negative predictive value of death in 90 days. No association was found between the RV/LV ratio, the VOI and mortality (2 p > 0.05). Also, no association was found between the RV/LV ratio and the VOI and PESI (2 p > 0.05). Conclusions: PESI is an accurate tool in PE prognostic stratification. It discriminates safely patients with low and high risk of death. We were unable to demonstrate association between images scores and mortality.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9E4HCL
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMedição de risco/métodos
dc.subjectEmbolia pulmonar/diagnóstico
dc.subjectPrognóstico
dc.subjectResultado de tratamento
dc.subjectAngiografia coronária/métodos
dc.subjectSensibilidade e especificidade
dc.subjectValor preditivo dos testes
dc.subjectEstudos de coortes
dc.subjectCardiologia
dc.subjectClínica médica
dc.subjectTomografia computadorizada por raios X
dc.subjectÍndice de gravidade de doença
dc.subject.otherEmbolia pulmonar
dc.subject.otherEstratificação de risco
dc.subject.otherEscore
dc.subject.otherAngiotomografia computadorizada de tórax
dc.titleEmbolia pulmonar: relação entre escores tomográficos e prognósticos clínicos
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Marcos de Bastos
local.contributor.advisor1Suely Meireles Rezende
local.contributor.referee1Antonio Luiz Pinho Ribeiro
local.contributor.referee1Ricardo de Amorim Correa
local.contributor.referee1Teresa Cristina de Abreu Ferrari
local.description.resumoIntrodução: A embolia pulmonar (EP) é uma doença grave e potencialmente fatal. A apresentação clínica é variada, desde quadros oligosintomáticos até a morte súbita. Cerca de 10% dos pacientes falecem nas duas horas seguintes ao início dos sintomas e 17% dos óbitos ocorrem em até duas semanas. Ainda, o tratamento ambulatorial tem sido proposto em pacientes com bom prognóstico, o que torna fundamental a estratificação de risco. Metodologia: Com o objetivo de avaliar o desempenho de escores clínicos e tomográficos de prognóstico em EP, estudamos uma coorte não concorrente, no período de Janeiro de 2008 a Janeiro de 2010. O Pulmonary Embolism Severity Index (PESI) foi utilizado como escore de predição clínica e a relação do ventrículo direito/ventrículo esquerdo (VD/VE) e o índice de obstrução vascular pulmonar foram usados como índices tomográficos. Foram analisados 126 pacientes com diagnóstico de EP confirmado por angiotomografia de tórax. As variáveis dos escores clínicos e tomográficos foram coletadas a partir de prontuários médicos e revisão de arquivos tomográficos. A análise de mortalidade em 30 e em 90 dias foi realizada por revisão de prontuários hospitalares e entrevista telefônica. Resultados: Dos 96 pacientes incluídos, seis (6,3%) faleceram durante o acompanhamento, quatro deles (67%) durante a internação. O período médio do diagnóstico ao óbito foi de 32,1 ± 15,2dias. O valor preditivo negativo (VPN) do PESI classe I-II de morte em 90 dias foi de 100%. Houve associação entre o PESI e mortalidade (2 p < 0.001). Não houve associação entre a relação VD/VE, o índice de obstrução vascular e mortalidade (2 p > 0.05). Ainda, não houve associação entre o PESI, a relação VD/VE e o índice de obstrução vascular pulmonar. Conclusão: O PESI é uma ferramenta útil na estratificação de risco de pacientes com EP. PESI de baixo risco mostrou valor preditivo negativo (VPN) de 100% para excluir óbito em 90 dias. O estudo não mostrou associação entre os escores tomográficos e mortalidade.
local.publisher.initialsUFMG

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