Narrativas do parir : os sentidos das escritas de si e dos vídeos de partos instagramáveis

dc.creatorIana Vieira Coimbra Diniz Fraga
dc.date.accessioned2024-03-04T18:54:42Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:41:23Z
dc.date.available2024-03-04T18:54:42Z
dc.date.issued2023-12-19
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/65135
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectComunicação - Teses
dc.subjectMaternidade - Teses
dc.subject.otherMaternidade
dc.subject.otherEscrita de si
dc.subject.otherEscrita do corpo
dc.subject.otherPerformance
dc.titleNarrativas do parir : os sentidos das escritas de si e dos vídeos de partos instagramáveis
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Fernanda Mauricio da Silva
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7512426170492329
local.contributor.referee1Sônia Caldas Pessoa
local.contributor.referee1Juliana Freire Gutmann
local.contributor.referee1Jussara Peixoto Maia
local.contributor.referee1Joana Ziller de Araújo Josephson
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7563703909059546
local.description.resumoEsta pesquisa tem como objeto de investigação os vídeos e relatos de parto no Instagram. Busca-se desvendar de quais maneiras eles traduzem os anseios, as expectativas, as subjetividades maternas, e também criam um ideal para parir. Para compreender como as performances capturadas pelas câmeras e entrelaçadas às palavras, estabelecem valores e padrões por meio do ato de se registrar e recontar como foi que se deu à luz. Para revelar quais elementos da história amarrados numa escrita de si e do corpo, exibidos em imagens, expressam os sentidos produzidos por quem pariu, por meio de oito elementos: 1) O porquê relatar/registrar; 2) Expectativa; 3) Construção do ritual na busca pela experiência; 4) Corpo e espiritualidade; 5) Conexão familiar; 6) Perda do pudor; 7) Conquista e superação; 8) Gratidão. A tese se ancora na hipótese de que nos vídeos gravados, os corpos gestantes e puerperais performam a busca por um tipo de nascer, seguindo preceitos dos movimentos que defendem a humanização. Todavia, se nos vídeos captados por profissionais - recorte selecionado para este trabalho, ainda que protagonistas, essas mulheres não detém o poder da narrativa; é pelo relato escrito, baseado na perspectiva das narrativas de si e da escrita do corpo, que elas se elaboram, enfrentam seus processos de subjetivação, se contam e se constroem como mães capazes de encarar medos, a indústria do parto, as dores, até conseguirem ter o bebê no colo, seja da forma como idealizaram, ou não.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Comunicação Social

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