Introduzindo a pesquisa: uma trajetória de encontros

dc.creatorAlzira de Oliveira Jorge
dc.creatorEmerson Elias Merhy
dc.creatorMonica Garcia Pontes
dc.date.accessioned2024-06-13T22:43:31Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:03:55Z
dc.date.available2024-06-13T22:43:31Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractThis arcle intends to present the context in which the research about the orphan mothers in Belo Horizonte arose and to point out the methodological paths that are being used to develop the research. Researchers from the UFMG, together with a group of social movements, propose to invesgate, using from qualitative to quantitave tools, the genealogy, the effects of norms on the actors involved in the question of orphan mothers, as well as to elucidate their effects on the care production and indicators. In this way, we present as intial results of the research two narratives of users who had their children sheltered and adopted by other families and a narrative of health workers. These users did not sele for this situation and insurrected against the authories that forced them to be without their children. Through the analysis of the narratives it is observed a discriminatory performance where the women were not consulted and their right of defense was curtailed by very fast processes and decisions. It was observed the urgency of movements that can weave a network of support to keep mother and son together. For this purpose, a resistance movement was created in the city, which acted to suspend the validity of the ordinance. However, the ordinance continues to be applied even without being mandatory anymore, showing that it is embedded in the collective imagination, pointing to a dispute of projects about which place women have in situations of social vulnerability in contemporary society.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.18310/2446-4813.2018v4n1suplemp9-26
dc.identifier.issn2446-4813
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/69194
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofSaúde em redes
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAvaliação em saúde
dc.subjectPolítica pública
dc.subjectVulnerabilidade social
dc.subjectJudicialização da saúde
dc.subject.otherAvaliação em saúde
dc.subject.otherPolíticas públicas
dc.subject.otherVulnerabilidade social
dc.subject.otherJudicialização da saúde
dc.titleIntroduzindo a pesquisa: uma trajetória de encontros
dc.title.alternativeIntroducing the research: a trajectory of encounters
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage26
local.citation.issueSuplementar
local.citation.spage9
local.citation.volume4
local.description.resumoEste artigo pretende apresentar o contexto em que surgiu a pesquisa sobre as Mães Órfãs em Belo Horizonte e apontar os caminhos metodológicos que estão sendo utilizados para desenvolver a investigação. Pesquisadores da UFMG, unidos a um coletivo de movimentos sociais, propõem-se investigar as normatizações do Ministério Público e Portaria do Judiciário que institui o abrigamento compulsório para mulheres em situação de vulnerabilidade, a partir de ferramentas qualitativas e quantitativas, a genealogia, os efeitos das normas sobre os atores envolvidos, assim como elucidar os seus efeitos na produção do cuidado e indicadores. Neste caminho, apresenta-se como resultados iniciais da pesquisa, duas narrativas de usuárias que tiveram seus filhos abrigados e adotados por outras famílias e uma narrativa de trabalhadoras de saúde. Estas usuárias não se conformam com esta situação e se insurgem contra as autoridades que as forçaram a ficar sem seus filhos. Pela análise das narrativas observa-se uma atuação de cunho discriminatório onde as mulheres não foram consideradas e o seu direito de defesa foi cerceado por processos e decisões muito rápidas. Observa-se a urgência de movimentos que possam tecer uma rede de apoio para se manter mãe e filho juntos. Para isso foi criado na cidade um movimento de resistência que atuou no sentido de suspender a vigência da portaria. Entretanto, a portaria continua sendo aplicada mesmo sem a sua obrigatoriedade, mostrando que está entranhada no imaginário coletivo, apontando para uma disputa de projetos sobre qual lugar mulheres em situação de vulnerabilização social tem na sociedade contemporânea.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-1366-1732
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-7560-6240
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6425-7636
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://revista.redeunida.org.br/ojs/index.php/rede-unida/article/view/911

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