Manuais de zoologia: os animais de Jorge Luis Borges e Wilson Bueno
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Dissertação de mestrado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Lyslei de Souza Nascimento
Manoel Ricardo de Lima Neto
Manoel Ricardo de Lima Neto
Resumo
Esta dissertação tem como objetivo realizar um estudo a partir das obras Manual de zoología fantástica (1957), de Jorge Luis Borges e Margarita Guerrero, e Jardim zoológico (1997), de Wilson Bueno, além da relação entre cada livro com o gesto de catalogar animais. Tendo a questão da representação do animal para cada um dos escritores como eixo, esta pesquisa propõe uma breve incursão dos autores estudados por bestiários medievais, relatos de viajantes, jardins zoológicos, fábulas, além de compêndios da história natural. Como corpus para tal estudo, trabalhamos sob a perspectiva de autores como Michel Foucault, sobretudo As palavras e as coisas; Armelle Le Bras-Choppard, sobre a questão da animalidade; Gilles Deleuze, sobre a colocação em série e, com Felix Guattari, a questão do 'devir-animal'; Jacques Derrida, sobre o aspecto da fábula e da representação animal; Georges Bataille, ainda no que diz respeito à animalidade; e Silviano Santiago, nas reflexões sobre a América Latina, além de suas leituras críticas decorrentes de Borges. Incluíram-se ainda perspectivas críticas como as de Silvia Molloy, Beatriz Sarlo, Alan Pauls, Eneida Maria de Souza, Lyslei Nascimento, Susana Scramin (em relação a Wilson Bueno) entre outros críticos, além da perspectiva teórico-crítica de Maria Esther Maciel, que orientou este trabalho.
Abstract
Assunto
Borges, Jorge Luis, 1899-1986 Crítica e interpretação, Zoologia Classifiacação, Bueno, Wilson Crítica e interpretação, Literatura fantástica História e crítica, Literatura comparada, Animais na literatura, Animais de zoológico
Palavras-chave
Jorge Luis Borges, animal na literatura, Wilson Bueno