Propriedades de medida da escala de contratura articular em membros superiores após acidente vascular encefálico

dc.creatorNathalia Hissa Moysés Brito
dc.date.accessioned2020-05-14T14:04:59Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:45:10Z
dc.date.available2020-05-14T14:04:59Z
dc.date.issued2019-08-14
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/33453
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherAcidentes vasculares cerebrais
dc.subject.otherMembros superiores
dc.subject.otherReprodutibilidade dos testes
dc.subject.otherContratura
dc.titlePropriedades de medida da escala de contratura articular em membros superiores após acidente vascular encefálico
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Luci Fuscaldi Teixeira-Salmela
local.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2784637573130156
local.contributor.advisor1Aline Alvim Scianni
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6922615681702256
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3148726749233973
local.description.resumoA contratura articular é um déficit que se instala rapidamente em indivíduos pós-Acidente Vascular Encefálico e é um dos principais contribuintes de incapacidade em membros superiores. Por essa razão, é importante que tenha um método para mensuração da contratura articular, que seja válido, confiável, de fácil aplicabilidade, rápido e de baixo custo, para ser utilizado na prática clínica. A Escala de Contratura desenvolvida por KWAH et al. (2012) apresenta potencial para mensurar contratura articular em indivíduos após Acidente Vascular Encefálico. O objetivo deste estudo foi avaliar as propriedades de medidas da Escala de Contratura durante a movimentação passiva das articulações do ombro, cotovelo e punho de indivíduos após o AVE. Trata-se de um estudo metodológico. A amostra foi composta por 60 indivíduos em diferentes fases pós-Acidente Vascular Encefálico (4, 12 e 24 semanas após a lesão) provenientes de um Hospital de Belo Horizonte, Brasil. A rotação externa do ombro, extensão do cotovelo e extensão do punho foram mensuradas do lado parético do participante. Para a investigação da Validade de Critério, a mensuração da contratura articular passiva foi realizada em todos os participantes, utilizando primeiramente a Escala de Contratura e logo após o mesmo examinador usou o inclinômetro de gravidade digital, a fim de comparar os dados destes. A Escala de Contratura consiste em uma escala ordinal de 4 pontos, onde a amplitude de movimento articular é estimada da seguinte forma: 0 (nenhuma perda na amplitude de movimento), 1 (perda de até 1/3 na amplitude de movimento), 2 (perda de 1/3 a 2/3 na amplitude de movimento) e 3 (perda de mais de 2/3 na amplitude de movimento). Para a avaliação da confiabilidade teste-reteste, medidas repetidas da Escala de Contratura foram realizadas por um mesmo examinador em 53 participantes, sendo separadas por um intervalo 1 a 7 dias após a primeira medida. Já para averiguar a confiabilidade interexaminador, as medidas foram obtidas por dois examinadores independentes e cegados (examinador-1 e examinador-2) no mesmo dia, em 44 indivíduos utilizando a Escala de Contratura, onde um examinador não tinha acesso aos valores obtidos pelo outro examinador. Para análise dos dados antropométricos, clínicos e demográficos, foram utilizadas estatísticas descritivas, com medidas de tendência central e frequência. A validade de critério da Escala de Contratura foi investigada usando-se o Coeficiente de Correlação de Spearman. Para as análises das confiabilidades teste-reteste e interexaminador, foram utilizadas a estatística Kappa Ponderado. Foi considerado o valor de p menor que 0,05 como estatisticamente significativo. Na avaliação da Validade de Critério, observou-se correlações fortes, positivas e significativas entre os escores da Escala de Contratura e as medidas do inclinômetro digital para as articulações do ombro e do cotovelo (rho = 0,81 e 0,81 respectivamente; p<0,05). Para a articulação de punho, observou-se correlação forte, significativa e negativa (rho 0,73; p<0,001). Na análise da confiabilidade teste-reteste, a Escala de Contratura para a articulação de ombro demonstrou excelente confiabilidade (k: 0,81 ; erro padrão 0,06), para o cotovelo foi moderada (k: 0,59; erro padrão 0,14) e para o punho foi substancial (k: 0,80; erro padrão 0,05). Na análise da confiabilidade interexaminador , a Escala de Contratura aplicada na articulação de ombro obteve confiabilidade substancial (k: 0,76; erro padrão 0,07), no cotovelo foi moderada (k: 0,48; erro padrão 0,16) e no punho foi substancial (k: 0,80; erro padrão 0,05). A Escala de Contratura desenvolvida por KWAH et al (2012) apresentou valores adequados de validade de critério e confiabilidade interexaminadores e teste-reteste para articulações do ombro, cotovelo e punho em indivíduos pós-AVE. A Escala de Contratura é potencialmente útil para ser usada na prática clínica para avaliar a presença de contratura articular.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEEFFTO - ESCOLA DE EDUCAÇÃO FISICA, FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação

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