A Umbanda é para todos, mas nem todos são para a Umbanda : multiplicidade, pluralismo religioso e gênero em um terreiro de Umbanda Esotérica
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Dissertação de mestrado
Título alternativo
Umbanda is for everyone, but not everyone is for Umbanda : multiplicity, religious pluralism and gender in an Umbanda Esoteric terreiro
Primeiro orientador
Membros da banca
Isabel Santana de Rose
Elisa Sampaio de Faria
Elisa Sampaio de Faria
Resumo
Esta dissertação, organizada em três capítulos, é resultado de um trabalho etnográfico em um terreiro de Umbanda Esotérica na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais. O objetivo é compreender como uma cosmologia tão múltipla, definida pelos umbandistas como afro-universalista, atravessa a composição e a topologia de forças de territórios, como o terreiro e o corpo, que são polarizados pelo gênero, como um organizador ritual, e povoados por seres outros. Exu e o tempo aparecem como grandes promotores de encontros que cruzam os caminhos - linhas de força biográfica – dos/das médiuns com o terreiro e com seus guias. Nos mostrando que nem tudo que se ajunta se mistura, o estilo pluralista ou politeísta parece dar o tom da arte de unir a diferença sem se acabar com heterogeneidade nem perder seu pertencimento umbandista.
Abstract
This dissertation, organized in three chapters, is the result of an ethnographic work in an Umbanda Esoterica’s terreiro in the city of Belo Horizonte, Minas Gerais. The objective is to understand how such a multiple cosmology, defined by Umbandists as afro-universalist, crosses the composition and topology of territorial forces, such as the terreiro and the body, which are polarized by gender, as a ritual organizer, and populated by other beings. Exu and time appear as great promoters of encounters that cross paths - lines of biographical strength - of the mediums with the terreiro and their guides. Showing us that not everything that comes together is mixed, the pluralist or polytheistic style seems to set the tone of the art of uniting difference without ending heterogeneity or losing its Umbanda belonging.
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Palavras-chave
Umbanda, Gênero, Pluralismo religioso
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