Enrique Dussel e a ética da libertação nos estudos organizacionais

dc.creatorFelipe Fróes Couto
dc.creatorAlexandre de Pádua Carrieri
dc.date.accessioned2022-05-26T20:35:09Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:33:41Z
dc.date.available2022-05-26T20:35:09Z
dc.date.issued2017-04
dc.identifier.issn2359-5167
dc.identifier.sici1
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/42008
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofVI COLÓQUIO DE EPISTEMOLOGIA E SOCIOLOGIA DA CIÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDussel, Enrique D., 1934-
dc.subjectFilosofia
dc.subjectÉtica
dc.subject.otherFilosofia da Libertação
dc.subject.otherPós-Colonialismo
dc.subject.otherÉtica
dc.titleEnrique Dussel e a ética da libertação nos estudos organizacionais
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue6
local.description.resumoA proposta deste ensaio teórico é revisitar, de maneira didática e não-exaustiva, as principais ideias de Enrique Dussel e sua Filosofia da Libertação, passando pelos principais conceitos e categorias elaborados pelo autor. A base positiva dessa filosofia se propõe a romper com o silêncio das vozes dos oprimidos, dos explorados ou das vítimas que não foram considerados agentes relevantes na construção da sociedade moderna (mulheres, índios, escravos, sertanejos etc.). Romper com esse silêncio significa situar-se no nível de materialidade das práticas, ou seja, no conteúdo das ações que constituem a realidade objetiva – quer dizer, compreender os mecanismos de exclusão dos sujeitos, bem como a sua respectiva opressão. As contribuições da Filosofia da Libertação são mais do que um ideal de inclusão, são uma expressão de uma grande preocupação ética com o próximo. Não é só uma poderosa fonte de pensamento crítico na formação da teoria a partir da perspectiva da vítima, mas também é a declaração de que precisamos dedicar mais atenção à nossa própria subsistência enquanto seres sociais. Isso porque as bases capitalistas e das relações sociais têm se desenvolvido para um caminho egoísta, competitivo que tende a se autodestruir. A preocupação com o próximo e a responsabilização pelo nosso futuro no planeta depende, mais do que nunca, da consciência de que dependemos uns dos outros para sobreviver em harmonia com os recursos naturais. Uma filosofia da empatia, da reciprocidade e da consciência do seu papel na sociedade não é só possível, mas talvez seja um caminho necessário para um futuro justo e sustentável para todos
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://coloquioepistemologia.com.br/site/wp-content/uploads/2017/04/ANE-3017.pdf

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