Germinação e armazenabilidade de sementes de pequizeiro

dc.creatorDiemesson San Tiago Mendes
dc.date.accessioned2019-08-11T20:27:58Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:51:40Z
dc.date.available2019-08-11T20:27:58Z
dc.date.issued2015-02-26
dc.description.abstractThe pequizeiro is an important native fruit tree in the Brazilian cerrado, being widely used in the regional cuisine and with a great potential in the pharmaceutical and cosmetic industry. Its operation is limited by the difficulty in obtaining seedlings, restricting the cash crops deployment and the domestication studies. The obstacle in this species seedlings production is related to their seeds dormancy, as well as other factors such as the extraction form, the seed quality and longevity, and the seeding place. Thus, the objectives were to develop a safe method of seed extraction, to know the pyrenes longevity and germination after storage and planting, and to quantify the lipid peroxidation and the seeds deterioration. We evaluated the isolated seed efficiency in the pequizeiro extraction method, using the manual lathe, emery, modified pliers and tweezers. In seeds and pyrenes, stored and sown under controlled conditions (BOD and greenhouse) and natural, it was determined the lipid peroxidation (malondialdehyde - MDA) indicator concentration, the seeds germination, vigor and deterioration . The equipment use mentioned above provided the pequi seeds efficient extraction. After 40 days of the pyrenes storage, the isolated seeds (cored) outweigh the numbness and have high germination. On the other hand, the storage time increase leads to the seeds deterioration, found by both the high mortality rate and the increase in lipid peroxidation. In natural conditions the pyrenes emergency rate does not exceed 5% and is restricted to the period of greatest rainfall, while in controlled conditions this rate is about 30% with almost all the emergency occurring in the first four months.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/NCAP-9Y7G4L
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPequizeiro Dormência
dc.subjectSementes Deterioração
dc.subjectSementes Viabilidade
dc.subject.otherDormência
dc.subject.otherDeterioração
dc.subject.otherCerrado
dc.titleGerminação e armazenabilidade de sementes de pequizeiro
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Leonardo Monteiro Ribeiro
local.contributor.advisor1Paulo Sergio Nascimento Lopes
local.contributor.referee1Leonardo Monteiro Ribeiro
local.contributor.referee1Delacyr da Silva Brandao Junior
local.contributor.referee1Maria Olívia Mercadante Simões
local.contributor.referee1Marlon Cristian Toledo Pereira
local.description.resumoO pequizeiro é uma importante frutífera nativa do cerrado brasileiro, seu fruto é bastante utilizado na culinária regional e o seu uso é de potencial aplicação na indústria farmacêutica e de cosmético. A sua exploração é limitada pela dificuldade de obtenção de mudas, restringindo a implantação de cultivos comerciais e os estudos de domesticação. O obstáculo na produção de mudas da espécie está relacionado à dormência de suas sementes, além de outros fatores, como a forma de extração, qualidade e longevidade da semente, bem como o local de semeadura. Desta forma, objetivou-se com este trabalho desenvolver um método seguro de extração da semente, conhecer a longevidade e germinabilidade dos pirênios após armazenamento e plantio, além de quantificar a peroxidação de lipídeos e a deterioração das sementes. Avaliou-se a eficiência do método de extração de sementes isoladas de pequizeiro, utilizando torno manual de bancada, motoesmeril, alicate de bico modificado e pinça. Em sementes e pirênios, armazenados e semeados em condições controladas (BOD e casa de vegetação) e natural, determinou-se a concentração do indicador de peroxidação lipídica (malonaldeído - MDA), a capacidade germinativa, vigor e a deterioração das sementes. A utilização dos equipamentos mencionados acima propiciou a extração eficiente de sementes de pequizeiro. Após 40 dias de armazenamento dos pirênios, as sementes isoladas (sem endocarpo) superaram a dormência e apresentaram elevada germinação. Por outro lado, o avanço no tempo de armazenamento levou à deterioração das sementes, fato constatado tanto pela elevada taxa de mortalidade como pelo aumento da peroxidação lipídica. Em condição natural, a taxa de emergência de pirênios não excedeu a 5% e ficou restrita ao período de maior precipitação, enquanto em condições controladas esta taxa foi de cerca de 30%, com a quase totalidade da emergência ocorrendo nos primeiros quatro meses.
local.publisher.initialsUFMG

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