Imagem, dano e CURA : cenas dissensuais em Belo Horizonte
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Dissertação de mestrado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Katia Maheire
Angela Cristina Salgueiro Marques
Angela Cristina Salgueiro Marques
Resumo
O CURA (Circuito Urbano de Arte), projeto da cidade de Belo Horizonte promove desde 2017 festivais de pinturas de empenas de prédios, oficinas culturais, debates, se tornando o maior festival de arte pública de Minas Gerais. Suas obras são diversas e reúne artistas de variadas origens. Duas de suas obras sofreram algum tipo de imbróglio cível, sendo um processo e um inquérito policial. Nesta dissertação, orientado pelas proposições teóricas e metodológicas de Jacques Rancière, se objetiva analisar as cenas de dissenso, as querelas, em torno dessas duas obras e do projeto como um todo. Para isso utilizou-se também uma lente interseccional para apoiar as proposições do francês, juntamente com pixos anônimos, poetas marginais de Belo Horizonte, todos colocados aqui enquanto pensadores a fundamentar a argumentação sobre o CURA, seguindo o método da igualdade proposto por Rancière. A análise dos documentos, feita de forma conjunta com as imagens, nos permite amplificar o conflito entre as partilhas do sensível e suas ordens policial e política, sendo este conflito atravessado por gênero, raça e classe.
Abstract
Assunto
Psicologia - Teses, Arte - Teses, Rancière, Jacques, 1940-
Palavras-chave
Dano, Dissenso, Artes Visuais, CURA, Rancière