Entre agora e outrora: a escrita da história no cinema de Eduardo Coutinho

dc.creatorCláudia Cardoso Mesquita
dc.date.accessioned2021-09-21T18:41:58Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:41:47Z
dc.date.available2021-09-21T18:41:58Z
dc.date.issued2016
dc.description.abstractEduardo Coutinho’s contemporary cinema is marked by the interview as a dramatic form, as well as the register of the ongoing encounter between the director and his interviewees. However, this “art of the present”, as called by Consuelo Lins, implies a rarer, denser history-writing project. This paper explores this dimension of his work by comparing two films that are 20 years apart in their making: Twenty years later (1984) and Metalworkers (2004). Their similarities and differences allow us to note, between past and present, mutual insights that Coutinho’s diachronic gesture brings about, which hypothetically constitutes “the present as history”.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.1590/1982-25542016124255
dc.identifier.issn1982-2553
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/38110
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofGaláxia (São Paulo)
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCoutinho, Eduardo, 1933-2014
dc.subjectDocumentário (Cinema) Brasil
dc.subjectHistória
dc.subjectCinema e história
dc.subject.otherEduardo Coutinho
dc.subject.otherCinema documentário
dc.subject.otherHistória
dc.subject.otherCabra marcado para morrer
dc.subject.otherPeões
dc.titleEntre agora e outrora: a escrita da história no cinema de Eduardo Coutinho
dc.title.alternativeBetween now and yore: the history-writing in Eduardo Coutinho’s cinema
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage65
local.citation.issue31
local.citation.spage54
local.description.resumoA cinematografia contemporânea de Eduardo Coutinho é marcada pela centralidade da entrevista como forma dramática e pelo registro do encontro presente entre o diretor e os sujeitos filmados. “Arte do presente”, na expressão de Consuelo Lins (2002), esse cinema abriga, entretanto, um projeto mais raro, mas muito denso, de escrita da história. Propomos investigá-lo a partir do cotejo entre dois documentários separados por 20 anos – Cabra marcado para morrer (1984) e Peões (2004). Eles nos permitem, em suas semelhanças e diferenças, observar as iluminações recíprocas (entre passado e presente) ensejadas pela diacronia de Coutinho, que em nossa hipótese elabora “o presente como história” (YSHAGPOUR, 2000, p. 110).
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revistas.pucsp.br/index.php/galaxia/article/view/24255

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