Educação inclusiva: possibilidades de alfabetização na realidade de uma sala de aula
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Monografia de especialização
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Clenice Griffo
Resumo
A inclusão de pessoas portadoras de necessidades educacionais especiais é um
assunto polêmico, que quem trabalha na educação esbarra a todo o momento. Muitos
são os alunos com essas necessidades, que frequentam a escola regular. Essa
realidade é objeto de curiosidade e pesquisa.
Esses sujeitos, inseridos nesses espaços físicos estão de fato tendo oportunidade de
ter acesso à leitura e escrita como os demais? Existem planejamentos e objetivos
específicos para esse educando que visem a alfabetização como seria de se esperar?
Partindo dessas indagações surgiu a necessidade de se fazer uma observação mais
minuciosa da trajetória educativa de alguns destes sujeitos.
A escola em estudo é a Escola Municipal Anne Frank, situada no conjunto Confisco na
região da Pampulha em Belo Horizonte, Minas Gerais, que no ano de 2010 conta com
nove casos de alunos com necessidades educacionais especiais no seu quadro.
Desses, três alunos foram observados diariamente por 9 meses em sala de aula,
atividades extraclasses, excursões, recreios, enfim, na sua rotina diária. Também foram
feitas entrevistas semiestruturadas com familiares, professores, estagiários,
coordenadores e equipe de apoio à inclusão da PBH.
O que se percebe é que a inclusão de verdade ainda não aconteceu. A maioria dos
profissionais envolvidos, cerca de 90%, possui grande desinformação sobre tudo que
gira em torno da inclusão. Do direito constituído em lei que assegura a esse aluno um
ensino de qualidade. Das possibilidades reais que esses sujeitos têm de aprender.
No imaginário dessa maioria, a deficiência por si só, esta ligada a incapacidade
cognitiva. Não preparam atividades que visem o acesso à leitura e escrita, sendo que
esse não é objetivo para os alunos portadores de deficiência. A meta para esses
educandos, é apenas que consigam se integrar.Desconhecem os avanços tecnológicos que possam facilitar movimentos e atividades
dentro da sala de aula e ainda os próprios recursos que a PBH tem oferecido a esses
alunos.
O caminho a percorrer é antes de tudo informar e formar para que possa haver
mudanças de paradigmas e atitudes.
Abstract
Assunto
Palavras-chave
Educação inclusiva, Processo de alfabetização, Dificuldades de aprendizagem
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