Associação entre sintomas depressivos e força de preensão palmar em idosos comunitários: dados da rede fibra

dc.creatorStephanie Grayce de Aguiar
dc.date.accessioned2022-12-16T14:11:08Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:51:10Z
dc.date.available2022-12-16T14:11:08Z
dc.date.issued2022-02-18
dc.description.abstractThe presence of depressive symptoms in the older adult population is associated with multimorbidities that significantly compromise their health and functionality. From a biopsychosocial perspective, changes in the biological, physical, psychological, social and cultural spheres influence the impairment of mobility and independence, development of disabilities and reduced physical function. Negative repercussions on the musculoskeletal system, such as reduced muscle strength measured by handgrip strength, have been related to brain functions and cognitive changes. In this context, the bidirectional relationship between depressive symptoms and reduced muscle strength has been investigated because they share common mechanisms. Therefore, the objective of this study was to evaluate the association between depressive symptoms and handgrip muscle strength in individuals over 65 years of age living in the community. This is an observational, cross-sectional study based on secondary data from the database of a population-based epidemiological study which evaluated 8,608 community-dwelling older adults in Brazil over 65 years of age. The presence of depressive symptoms was investigated using the 15-item Geriatric Depression Scale (GDS) and muscle strength was assessed by measuring handgrip strength with a manual dynamometer. Multiple linear regression models using the Stepwise method were used in the analyses, and the multiple determination coefficient (r2) to quantify the strength of the association between depressive symptoms and muscle strength. The f-test was used to determine statistical significance, considering p<0.05. The results of the study were presented with a sample of 6,762 community-dwelling older adults from different regions of the country. There was a prevalence of positive screening for depression of 13.5%, a total mean of 73.17 (±6.22) years of age, the majority of the sample was overweight, had the presence of 1.87 (±1.44) associated diseases, and did not report alcohol or cigarette consumption. An inverse relationship was observed between depressive symptoms and handgrip strength. This relationship was maintained even after controlling for the variables age, gender, education, black race, alcohol consumption, smoking, BMI and number of associated diseases. The associations were significant, with p<0.05. These results point to the importance of investigating the presence of depressive symptoms in the older adult population for a preventive approach to muscle strength loss and its harmful consequences for the functionality of older adults.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/48121
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFisioterapia
dc.subjectIdosos - Cuidado e higiene
dc.subjectDepressão em idosos
dc.subjectCapacidade motora
dc.subject.otherSintomas depressivos
dc.subject.otherForça de preensão manual
dc.subject.otherIdoso
dc.titleAssociação entre sintomas depressivos e força de preensão palmar em idosos comunitários: dados da rede fibra
dc.title.alternativeAssociation between depressive symptoms and handgrip strength in community-dwelling elderly: data from rede fibra
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Leani Souza Máximo Pereira
local.contributor.advisor1Daniele Sirineu Pereira
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2171027311100046
local.contributor.referee1Bárbara Zille de Queiroz
local.contributor.referee1Mariana Asmar Alencar Collares
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7339164466704365
local.description.resumoA presença de sintomas depressivos na população idosa está associada a multimorbidades com comprometimento significativo de sua saúde e funcionalidade. Em uma perspectiva biopsicossocial, alterações em âmbito biológicos, físicos, psicológicos, sociais e culturais influenciam no comprometimento da mobilidade e independência, desenvolvimento de incapacidades e redução da função física. Repercussões negativas no sistema musculoesquelético como a redução da força muscular, mensurada pela força de preensão palmar, tem sido relacionado a funções cerebrais e alterações cognitivas. Nesse contexto, a relação bidirecional entre sintomas depressivos e redução da força muscular tem sido investigada por compartilharem mecanismos comuns. Portanto, o objetivo deste estudo foi avaliar a associação entre sintomas depressivos e força muscular de preensão palmar em indivíduos acima de 65 anos residentes na comunidade. Trata-se de um estudo observacional, transversal, a partir de dados secundários do banco de dados de um estudo epidemiológico populacional, que avaliou 8608 idosos comunitários brasileiros acima de 65 anos. A presença de sintomas depressivos foi investigada pela Escala de Depressão Geriátrica (EDG) de 15 itens e a força muscular foi avaliada pela medida da força de preensão palmar com um dinamômetro manual. Nas análises, foi utilizado modelos de regressão linear múltipla, pelo método Stepwise, e o coeficiente de determinação múltipla (r2) para quantificar a força da associação entre os sintomas depressivos e a força muscular. O teste-f foi usado para determinar a significância estatística, considerando p<0,05. Os resultados foram apresentados no estudo com uma amostra composta por 6.762 idosos residentes na comunidade, de regiões diferentes do país. A média de idade da amostra foi de 73,17 (±6,22) anos, com 1,87(±1,44) doenças associadas, média de sobrepeso com IMC de 27,01 (± 4,96), não relata consumo de álcool (73,5%) e tabagismo (89,9%). Foi observada uma prevalência de rastreio positivo para depressão de 13,5%. Após análise, observou-se uma relação inversa entre os sintomas depressivos e a força de preensão palmar. Essa relação se manteve mesmo após o controle pelas variáveis idade, sexo, escolaridade, raça negra, consumo de álcool, tabagismo, IMC e número de doenças associadas. As associações foram significativas, com p<0,05. Esses resultados apontam para a importância da investigação da presença de sintomas depressivos na população idosa, para uma abordagem preventiva em relação a perda de força muscular e suas consequências deletérias para a funcionalidade do idoso.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8258-8474
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEEFFTO - ESCOLA DE EDUCAÇÃO FISICA, FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação

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