Cartografia para pesquisar currículos e infâncias em dissidências: um exercício experimental de invenção

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Artigo de periódico

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Cartography for researching curricula and childhoods in dissidences: an experimental exercise of invention

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Resumo

Este artigo explora os movimentos constitutivos de uma cartografia inventada para pesquisar currículos e infâncias em dissidências. Instalando-se no território das metodologias pós-críticas em Educação e Currículo, objetiva mostrar o fazer cartográfico de uma pesquisa que investigou os agenciamentos de vida e morte que as infâncias em dissidências de gênero e sexualidade fazem no currículo. A cartografia é um modo de investigar um processo em produção, de acompanhar um traçado incerto, um certo tempo que dura. Inspirada nos trabalhos de Gilles Deleuze e Félix Guattari, ela se ocupa em estudar processos subjetivos, acompanhando os agenciamentos que possibilitam um acontecimento. O argumento aqui desenvolvido é o de que, para cartografar currículos e infâncias em dissidências, faz-se necessário organizar encontros capazes de apreender os acontecimentos, compor com as sensações produzidas nos entre lugares dos corpos e narrar em dissidência, fazendo da experiência narrativa um uso menor, intensivo e geográfico.

Abstract

This article explores the constitutive movements of a cartography invented to research curriculums and childhoods in dissidences. Installing itself in the territory of post-critical methodologies in Education and Curriculum, it aims to show the cartographic making of a research that investigated the agencies of life and death that children in dissidences of gender and sexuality make in the curriculum. Cartography is a way to investigate a process in production, to follow an uncertain path, a certain time that lasts. Inspired by the production of Gilles Deleuze and Félix Guattari, it is concerned with studying subjective processes, following the agencies that make an event possible. The argument developed here is that in order to map curricula and childhoods in dissidence, it is necessary to organize encounters capable of apprehending the events, to compose with the sensations produced in between the places of the bodies and to narrate in dissidence, making the narrative experience a minor, intensive and geographic use.

Assunto

Cartografia, Currículo escolar, Infância

Palavras-chave

Cartografia, Currículo, Metodologias pós-críticas, Infâncias, Diferença

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https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/ActaSciEduc/article/view/65889

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