Ensaio clínico randomizado fase III da eficácia do betanecol no tratamento da xerostomia em pacientes com neoplasias malignas das vias aerodigestivas superiores submetidos à radioterapia

dc.creatorBruno Correia Jham
dc.date.accessioned2019-08-13T20:23:47Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:14:55Z
dc.date.available2019-08-13T20:23:47Z
dc.date.issued2006-02-15
dc.description.abstractThe aim of this study was to verify whether the use of bethanechol during radiotherapy (RT) for head and neck cancer (HNC) prevents radiation-induced xerostomia and reduced salivary flow. Patients that would begin RT were randomly allocated into bethanechol (group 1) or artificial saliva (group 2). The drug was administered during the course of radiotherapy. Whole resting saliva (WRS) and whole stimulated saliva (WSS) were collected from all the patients at the following four stages: baseline, during, immediately after, and at least two months after the end of RT. Each time saliva was collected, xerostomia was assessed by a subjective visual analogue scale (VAS). In addition, patients answered whether they felt or not their mouth dry. A total of 43 patients was randomized into this clinical trial. Age, gender, tumor site, tumor stage, treatment plan, RT equipment and RT field were similarly distributed among groups. WRS immediately after RT was significantly higher in group 1 (p=0.03). The remaining measurements of salivary flows were always higher in group 1, but without statistical significance. In general, VAS values were lower and xerostomia complaint was less common in group 1, once again without statistical significance. The use of bethanechol during RT for HNC cancer was associated with significantly higher WRS immediately after RT in comparison to a similar cohort of patients who had not received bethanechol.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ZMRO-6UWKHQ
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEnsaios clínicos
dc.subjectCâncer bucal
dc.subjectBoca Câncer
dc.subjectRadioterapia/efeitos adversos
dc.subjectXerostomia
dc.subjectRadioterapia
dc.subject.otherCâncer cabeça e pescoço
dc.subject.otherBetanecol
dc.subject.otherGlândulas salivares
dc.subject.otherXerostomia
dc.subject.otherRadioterapia
dc.titleEnsaio clínico randomizado fase III da eficácia do betanecol no tratamento da xerostomia em pacientes com neoplasias malignas das vias aerodigestivas superiores submetidos à radioterapia
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Marcio de Matos Coelho
local.contributor.advisor1Addah Regina da Silva Freire
local.contributor.referee1LUIZ PAULO KOWALSKI
local.contributor.referee1Ricardo Santiago Gomez
local.description.resumoO objetivo deste estudo foi verificar se o uso do betanecol durante a radioterapia para o tratamento do câncer de cabeça e pescoço previne a xerostomia e diminuição do fluxo salivar induzidos pela radiação, em comparação com a saliva artificial. Os pacientes que iriam iniciar a radioterapia foram aleatoriamente divididos em dois grupos: betanecol (Grupo 1) e saliva artificial (Grupo 2). Os medicamentos foram administrados concomitantemente à radioterapia A saliva total em repouso (STR) e a saliva total estimulada (STE) de cada paciente foram coletadas em quatro estágios diferentes: basal, durante, imediatamente após e ao menos dois meses após o término da radioterapia. Sempre que a saliva era coletada a xerostomia era avaliada por meio da escala visual analógica (EVA). Além disso, era perguntado aos pacientes se eles sentiam a boca seca. Um total de 43 pacientes foi randomizado neste ensaio clínico. Os grupos eram semelhantes quanto à Idade, gênero, local do tumor primário, estadiamento do tumor, esquema de tratamento, equipamento de radioterapia e campo de irradiação. A STR imediatamente após a radioterapia foi significantemente maior no grupo 1 (p=0.03). Os demais valores de fluxo salivar foram sempre maiores no grupo 1, porém sem significância estatística. Além disso, os valores de EVA eram menores a queixa de xerostomia menos prevalente no grupo 1, novamente sem significância estatística. O uso do betanecol durante a radioterapia para o tratamento do câncer de cabeça e pescoço está associado a maiores valores de STR imediatamente após a radioterapia, em comparação a um grupo semelhante de pacientes que não haviam usado betanecol.
local.publisher.initialsUFMG

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