Ultrasonography for long-term evaluation of hyaluronic acid filler in the face: A technical report of 180 days of follow-up

dc.creatorLuiz Paulo Carvalhorocha
dc.creatorTânia de Carvalho Rocha
dc.creatorStephanie de Cássia Carvalho Rocha
dc.creatorPatrícia Valéria Henrique
dc.creatorFlávio Ricardo Manzi
dc.creatorMicena Roberta Miranda Alves e Silva
dc.date.accessioned2024-07-25T19:52:27Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:31:14Z
dc.date.available2024-07-25T19:52:27Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractObjetivo: Neste estudo, utilizamos a ultrassonografia para monitorar o uso do ácido hialurônico (AH) como preenchimento facial para razões estéticas. Monitoramos mudanças na forma, distribuição e relação do preenchimento com estruturas anatômicas adjacentes. estruturas durante um período de 180 dias. Materiais e Métodos: Dois pacientes receberam, cada um, uma injeção de AH guiada por ultrassom, com produtos diferentes e locais de aplicação para cada paciente. Em 1 paciente a injeção foi administrada no ângulo da mandíbula, enquanto no outro, foi administrado na região zigomática. Os locais de injeção foram monitorados via ultrassonografia aos 24 horas, 30 dias e 180 dias, momentos em que foram observadas as características de imagem do preenchedor. Todas as injeções foram realizados pelo mesmo profissional, assim como os exames ultrassonográficos, realizados no mesmo equipamento. Resultados: Em ambos os casos, os preenchimentos de AH foram visualizados por ultrassom em todos os momentos. Algumas diferenças foram observado entre os casos nas imagens e a distribuição dos bolsões de preenchimento. Em 1 caso, o preenchimento apareceu como uma região hipoecóica escura com contornos bem definidos, e observou-se que o material se moveu posteriormente por a marca dos 180 dias. No outro caso, o material parecia hiperecóico em relação ao caso anterior e não apresentava mudanças perceptíveis em sua distribuição ântero-posterior ao longo do tempo. Conclusão: Com base nesses 2 casos, a ultrassonografia pode ser uma ferramenta complementar utilizada para monitorar os preenchimentos faciais ao longo do tempo. a longo prazo, permitindo a observação dinâmica de diferentes enchimentos.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.5624/isd.2020.50.2.175
dc.identifier.issn22337822
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/71542
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofImaging Science in Dentistry
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectUltrassonografia
dc.subjectEstética Dentária
dc.subjectÁcido Hialurônico
dc.subjectPreenchedores Dérmicos
dc.subject.otherUltrasonography
dc.subject.otherEsthetics
dc.subject.otherHyaluronic Acid
dc.subject.otherDermal Fillers
dc.titleUltrasonography for long-term evaluation of hyaluronic acid filler in the face: A technical report of 180 days of follow-up
dc.title.alternativeUltrassonografia para avaliação em longo prazo do preenchimento facial com ácido hialurônico: uma técnica relatório de 180 dias de acompanhamento
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage180
local.citation.issue2
local.citation.spage175
local.citation.volume50
local.description.resumoPurpose: In this study, we used ultrasonography to monitor the use of hyaluronic acid (HA) as a filler in the face for esthetic reasons. We monitored changes in the filler shape, distribution, and relationship with adjacent anatomical structures over a 180-day period. Materials and Methods: Two patients each received an ultrasound-guided injection of HA, with different products and application sites for each patient. In 1 patient, the injection was administered in the angle of the mandible, while in the other, it was administered in the zygomatic region. The injection sites were monitored via ultrasonography at 24 hours, 30 days, and 180 days, at which times the imaging characteristics of the filler were observed. All injections were performed by the same professional, as were the ultrasound exams, which were conducted using the same equipment. Results: In both cases, the HA fillers were visualized using ultrasound at all time points. Some differences were observed between the cases in the images and the distribution of the pockets of filler. In 1 case, the filler appeared as a dark hypoechoic region with well-defined contours, and the material was observed to have moved posteriorly by the 180-day mark. In the other case, the material appeared hyperechoic relative to the previous case and presented no noticeable changes in its anteroposterior distribution over time. Conclusion: Based on these 2 cases, ultrasonography can be a complementary tool used to monitor facial fillers over the long term, allowing for the dynamic observation of different fillers.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6074-5093
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6541-9281
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8425-5339
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-9244-6859
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-9467-5137
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6642-3650
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://isdent.org/DOIx.php?id=10.5624/isd.2020.50.2.175

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